Compra de deputados vira nota de rodapé na imprensa que apoiou o golpe

Os jornais que apoiaram o roubo da democracia brasileira por uma quadrilha agora escondem que a patranha foi comprada pelo ex-deputado Eduardo Cunha; nas edições deste domingo de O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, a revelação bombástica feita por Lúcio Funaro, sobre o pedido de R$ 1 milhão feito por Eduardo Cunha para comprar votos de deputados para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi escondida por seus editores; é uma maneira de escamotear dos leitores a opção editorial desastrosa que vincula os jornalões ao capítulo mais vergonhoso da história do Brasil

Os jornais que apoiaram o roubo da democracia brasileira por uma quadrilha agora escondem que a patranha foi comprada pelo ex-deputado Eduardo Cunha; nas edições deste domingo de O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, a revelação bombástica feita por Lúcio Funaro, sobre o pedido de R$ 1 milhão feito por Eduardo Cunha para comprar votos de deputados para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi escondida por seus editores; é uma maneira de escamotear dos leitores a opção editorial desastrosa que vincula os jornalões ao capítulo mais vergonhoso da história do Brasil
Os jornais que apoiaram o roubo da democracia brasileira por uma quadrilha agora escondem que a patranha foi comprada pelo ex-deputado Eduardo Cunha; nas edições deste domingo de O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, a revelação bombástica feita por Lúcio Funaro, sobre o pedido de R$ 1 milhão feito por Eduardo Cunha para comprar votos de deputados para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, foi escondida por seus editores; é uma maneira de escamotear dos leitores a opção editorial desastrosa que vincula os jornalões ao capítulo mais vergonhoso da história do Brasil (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Como todos sabem, o impeachment fraudulento da presidente Dilma Rousseff contou com o apoio e com a participação ativa dos três principais jornais brasileiros: Globo, Folha e Estadão.

Sabe-se agora, com a delação de Lúcio Funaro (leia aqui), que esse impeachment teve votos comprados pelo ex-deputado Eduardo Cunha, hoje condenado a 15 anos de prisão por corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Sabe-se ainda que Funaro confirmou que o empresário Joesley Batista comprou seu silêncio, com o aval de Michel Temer, beneficiário direito do roubo da democracia brasileira por uma quadrilha (leia aqui).

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Diante das revelações, o que fazem os jornalões? Escondem a notícia, como forma de escamotear dos leitores a opção editorial desastrosa que os vincula ao capítulo mais vergonhoso da história do Brasil.

Confira o momento em que Funaro revela a compra de deputados:

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