Como Jango e Allende, legalistas, viraram "golpistas"

Segundo o colunista Ricardo Mello, soam patéticas as tentativas de encontrar o "lado bom" de um período que deveria ser lembrado para não ser repetido, em referência ao golpe de 64: “tanto Jango quanto Salvador Allende haviam sido eleitos dentro das regras do jogo vigente. O malabarismo revisionista é tamanho que os dois, seguidores da letra da lei, viraram os golpistas e os golpistas, os legalistas!”

Segundo o colunista Ricardo Mello, soam patéticas as tentativas de encontrar o "lado bom" de um período que deveria ser lembrado para não ser repetido, em referência ao golpe de 64: “tanto Jango quanto Salvador Allende haviam sido eleitos dentro das regras do jogo vigente. O malabarismo revisionista é tamanho que os dois, seguidores da letra da lei, viraram os golpistas e os golpistas, os legalistas!”
Segundo o colunista Ricardo Mello, soam patéticas as tentativas de encontrar o "lado bom" de um período que deveria ser lembrado para não ser repetido, em referência ao golpe de 64: “tanto Jango quanto Salvador Allende haviam sido eleitos dentro das regras do jogo vigente. O malabarismo revisionista é tamanho que os dois, seguidores da letra da lei, viraram os golpistas e os golpistas, os legalistas!” (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Ricardo Melo critica analises da ditadura militar que apontam duas visões golpistas em queda de braço. Segundo ele, mal ou bem, as manifestações de insatisfação popular e as promessas reformistas de Jango procuravam trilhar o caminho da lei.

“Soam patéticas as tentativas de encontrar o "lado bom" de um período que deveria ser lembrado para não ser repetido. Detalhe: tanto Jango quanto Salvador Allende haviam sido eleitos dentro das regras do jogo vigente. O malabarismo revisionista é tamanho que os dois, seguidores da letra da lei, viraram os golpistas e os golpistas, os legalistas!”.

Ele cita o depoimento do coronel reformado Paulo Malhães, torturador assumido e participante ativo da ditadura instalada no Brasil em 1964 (leia mais).

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