Como a Lava Jato beneficiou a principal concorrente do Brasil na África
Na quinta matéria da série sobre a indústria da delação premiada da Lava Jato, feita em conjunto pelo Jornal GGN e o DCM, um mistério ainda não revelado: as ligações com Mariano Marcondes Ferraz, o lobista da Trafigura, concorrente da Petrobras
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Por Jornal GGN e DCM - Um dos mistérios da "delação premiada" é o que ocorreu com Mariano Marcondes Ferraz.
Graças aos seus conhecimentos na Petrobras, Mariano passou a representar duas empresas: a italiana Decal e a holandesa Trafigura.
A Decal é uma empresa italiana que trabalha com gestão para terceiros de terminais de petróleo e produtos químicos. Fatura 190 milhões de euros, ou o equivalente a R$ 703 milhões por ano. Mesmo para os padrões brasileiros, seria uma empresa média. E seu faturamento é quase 450 vezes menor que o da Trafigura.
A Trafigura é uma empresa suíço-holandesa, uma das maiores comercializadoras de petróleo do planeta. Fatura mais de U$$ 120 bilhões, ou R$ 384 bilhões ano. É a 54º maior empresa na lista da Fortune.
Ambas tinham três pontos em comum: os negócios com a Petrobras; o mesmo lobista, Mariano Marcondes Ferraz; e a mesma área de negócios, a Diretoria Internacional da Petrobras, sob supervisão do notório Paulo Roberto Costa. Donde se conclui que o grande trunfo do lobista comum, era o mesmo diretor Paulo Roberto Costa.
Leia aqui a íntegra.
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