'Com queima de Levy, Dilma pode desgastar Wagner'
Para o jornalista Kennedy Alencar, a demora da presidente Dilma em decidir o destino do ministério da Fazenda, hoje comandado por Joaquim Levy, "afeta o bom efeito de boa escolha para a Casa Civil", ocupada por Jaques Wagner desde a última reforma ministerial; para ele, a presidente "é a principal responsável pela fritura de Joaquim Levy"
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247 - "Se demorar a resolver problemas na economia, a presidente Dilma Rousseff queimará o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que começou a arrumar as coisas na política. O governo só superará a crise em definitivo se sinalizar alguma solução para a economia, mas o que faz a presidente? Ela é a principal responsável pela fritura de Joaquim Levy".
A análise é do jornalista Kennedy Alencar, em seu comentário desta sexta-feira 13. Para ele, "foi Dilma quem permitiu o desgaste da autoridade do ministro da Fazenda. Ela brincou de enfraquecer o comandante da economia. Ao não defender Levy, a presidente fez com que ele perdesse credibilidade e condição política de permanecer".
O jornalista opina ainda que Dilma demorou para fazer a troca do ministro Aloizio Mercadante para Jaques Wagner na Casa Civil. "Por teimosia, jogou fora um ano", diz. Agora, o ex-presidente Lula "sugeriu ao menos três vezes" para que Lula nomeasse Henrique Meirelles para a Fazenda. Em vez disso, ela fez, junto com Mantega, "uma política econômica desastrosa".
"Se a presidente demorar a tomar uma decisão sobre o Ministério da Fazenda, queimará Wagner. A presidente já fritou Levy. As previsões sobre emprego e queda da economia em 2016 só pioram. A demora da presidente Dilma Rousseff em decidir custa muito caro ao Brasil", completa Kennedy.
Leia aqui a íntegra.
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