Com anistia, Congresso decreta o “país dos otários”, diz Sakamoto

Jornalista Leonardo Sakamoto diz que Câmara perdeu o "(pouco) pudor (que ainda tinha)" ao negociar a votação de anistia à prática de caixa dois em campanhas; "Se aprovada a anistia, o crime de caixa 2 só valeria se cometido de agora em diante. Para os parlamentares, o que passou passou"; "Diante do quadro geral, se os nobres deputados e senadores resolverem aprovar essa anistia e Michel Temer sanciona-la e a população permanecer em berço esplêndido sem se dignar a arranhar uma mísera panela quando a notícia aparecer no jornal na TV, sugiro que o país feche para ensaio", afirma

Jornalista Leonardo Sakamoto diz que Câmara perdeu o "(pouco) pudor (que ainda tinha)" ao negociar a votação de anistia à prática de caixa dois em campanhas; "Se aprovada a anistia, o crime de caixa 2 só valeria se cometido de agora em diante. Para os parlamentares, o que passou passou"; "Diante do quadro geral, se os nobres deputados e senadores resolverem aprovar essa anistia e Michel Temer sanciona-la e a população permanecer em berço esplêndido sem se dignar a arranhar uma mísera panela quando a notícia aparecer no jornal na TV, sugiro que o país feche para ensaio", afirma
Jornalista Leonardo Sakamoto diz que Câmara perdeu o "(pouco) pudor (que ainda tinha)" ao negociar a votação de anistia à prática de caixa dois em campanhas; "Se aprovada a anistia, o crime de caixa 2 só valeria se cometido de agora em diante. Para os parlamentares, o que passou passou"; "Diante do quadro geral, se os nobres deputados e senadores resolverem aprovar essa anistia e Michel Temer sanciona-la e a população permanecer em berço esplêndido sem se dignar a arranhar uma mísera panela quando a notícia aparecer no jornal na TV, sugiro que o país feche para ensaio", afirma (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Leonardo Sakamoto criticou nesta quinta-feira, 24, a articulação liderada pelo presidente Michel Temer e pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) para votação de uma ampla anistia a quem praticou movimentação financeira não declarada em campanhas eleitorais, o caixa dois. 

Para o jornalista, a Câmara perdeu o "(pouco) pudor (que ainda tinha)" ao negociar a proposta. "Se aprovada a anistia, o crime de caixa 2 só valeria se cometido de agora em diante. Para os parlamentares, o que passou passou. O problema é que não passou. A população brasileira mais pobre é a que mais sofre devido às relações incestuosas e pornográficas estabelecidas entre políticos e empresários em financiamentos de campanhas", critica. 

Assim como o colunista Ricardo Kotscho (leia aqui), Sakamoto também diz que o Congresso está prestes a dar uma banana para o País. "O mesmo Congresso que também irá aprovar uma reforma trabalhista e uma reforma previdenciária (que irão revogar direitos da população mais pobre) e que irá impor um teto ao crescimento de investimento em serviços públicos", afirma. 

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"Diante do quadro geral, se os nobres deputados e senadores resolverem aprovar essa anistia e Michel Temer sanciona-la e a população permanecer em berço esplêndido sem se dignar a arranhar uma mísera panela quando a notícia aparecer no jornal na TV, sugiro que o país feche para ensaio", afirma.

Leia na íntegra o texto de Leonardo Sakamoto. 

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