Colunista do Globo: ‘Cunha presidindo sessão é espetáculo degradante’

Jornalista Jorge Bastos Moreno afirma, no Twitter, que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "presidindo uma sessão de impeachment é uma afronta à população brasileira"; "É um espetáculo degradante, humilhante mesmo", disse; de acordo com o colunista, é uma "triste sina a da Dilma"; "Collor, pelo menos, tinha Ulysses Guimarães contra ele. Ela tem Eduardo Cunha. Q fez essa pobre mulher pra merecer?", questionou

Jornalista Jorge Bastos Moreno afirma, no Twitter, que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "presidindo uma sessão de impeachment é uma afronta à população brasileira"; "É um espetáculo degradante, humilhante mesmo", disse; de acordo com o colunista, é uma "triste sina a da Dilma"; "Collor, pelo menos, tinha Ulysses Guimarães contra ele. Ela tem Eduardo Cunha. Q fez essa pobre mulher pra merecer?", questionou
Jornalista Jorge Bastos Moreno afirma, no Twitter, que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "presidindo uma sessão de impeachment é uma afronta à população brasileira"; "É um espetáculo degradante, humilhante mesmo", disse; de acordo com o colunista, é uma "triste sina a da Dilma"; "Collor, pelo menos, tinha Ulysses Guimarães contra ele. Ela tem Eduardo Cunha. Q fez essa pobre mulher pra merecer?", questionou (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - Jornalista do Globo Jorge Bastos Moreno afirma, no Twitter, que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), "presidindo uma sessão de impeachment é uma afronta à população brasileira". "É um espetáculo degradante, humilhante mesmo", disse.

Segundo o colunista, é um "triste sina a da Dilma". "Collor, pelo menos, tinha Ulysses Guimarães contra ele. Ela tem Eduardo Cunha. Q fez essa pobre mulher pra merecer?", questionou. "Sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro, iniciamos nossos trabalhos", acaba de blasfemar Eduardo Cunham, contra Deus e o povo!"

O presidente da Câmara é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo recebimento de propina desvendado pela Operação Lava Jato. O peemedebista já era acusado de ter recebido US$ 5 milhões de propina por um contrato de navios-sondas da Petrobras, conforme foi apontado  em delação premiada pelo consultor Júlio Camargo. O procurador da República, Rodrigo Janot, confirmou as acusações.

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Segundo as investigações, o negócio foi feito sem licitação e ocorreu por intermediação do empresário Fernando Soares e o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró. 

Cunha foi alvo da nova denúncia. Um dos delatores da 'Lava Jato', o empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, afirmou que as empresas ligadas à construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, teriam que pagar R$ 52 milhões em propinas [cerca de ou 1,5% do valor total dos Certificados de Potencial de Área Construtiva (Cepac)] a Cunha (veja aqui).

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