Celso Rocha de Barros: Forças Armadas têm que abrir fogo contra golpistas

Colunista da Folha opina que não basta escrever notas desmentindo o golpe, mas combatê-lo na prática. "Se o próprio presidente da República der a ordem do golpe, deve ser preso", escreve

Forças Armadas e o ministério da Defesa
Forças Armadas e o ministério da Defesa (Foto: Abr)


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247 - "Em geral, as ameaças [de golpe] são seguidas por um desmentido no dia seguinte, depois que os golpistas nos quartéis e delegacias já foram informados que tem gente no topo que os apoiaria. Ninguém nunca é preso".

"Na semana passada, reportagem do jornal O Estado de S. Paulo denunciou que o ministro da Defesa, Braga Netto, disse ao presidente da Câmara que não haverá eleições em 2022 sem voto impresso. O ministério da Defesa respondeu com uma nota em que não negou ter dito nada. Só negou que tivesse usado intermediários para falar com o presidente da Câmara".

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"Não basta que as Forças Armadas não participem do golpe de Bolsonaro. Elas têm que se declarar, desde já, dispostas a abrir fogo contra ele. É dessa nota que precisamos. Devem abrir fogo mesmo se os golpistas forem militares ou policiais que, por terem alma de desertor, escolham Bolsonaro contra a pátria. Se o próprio presidente da República der a ordem do golpe, deve ser preso. Se resistir, deve ser morto", escreve Celso Rocha de Barros na Folha de S.Paulo.

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