Cantanhêde: grampo na PGR. Viramos o país da meganhagem
"É a insuspeita Eliane Cantanhêde quem diz, no Estadão, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) descobriu que 'um dos seus telefones funcionais estava grampeado'. Que não reclamem, ou se forem reclamar, reclamem com o juiz Sérgio Moro que grampeou até a Presidenta Dilma, divulgou e ficou por isso mesmo", escreve Fernando Brito, editor do Tijolaço
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Por Fernando Brito, do Tijolaço - É a insuspeita Eliane Cantanhêde quem diz, no Estadão, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) descobriu que “um dos seus telefones funcionais estava grampeado”.
Que não reclamem, ou se forem reclamar, reclamem com o juiz Sérgio Moro que grampeou até a Presidenta Dilma, divulgou e ficou por isso mesmo.
Mas a colunista da massa cheirosa não consegue, ela própria, ver quem inaugurou e levou ao paroxismo este “império da arapongagem”.
“A Lava Jato é um orgulho nacional e continua firme, forte e nos calcanhares de quem tem de estar”(…)Se há erros, ou excessos, podem e devem ser corrigidos pelos seus próprios agentes.
Se não fosse trágico, seria cômico. Não houve e não há qualquer punição a estes “erros e excessos” e toda a meganhagem se sente livre para fazer o que quiser.
Aliás, até escroques grosseiros como Joesley Batista e o tal Ricardo Saúd gravam, filmam e dizem que na delação de Lúcio Funaro vão aparecer mais uns filmezinhos de roubalheiras.
O vale -tudo está aí para quem quiser ver.
A presidenta foi grampeada, o presidente foi gravado e agora grampeia o ministro e o procurador geral entra na roda, grampeando e grampeado.
Viramos o país da meganhagem.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247