Campanha de Bolsonaro nas redes quer vitória no primeiro turno
O crescimento de Bolsonaro nas pesquisas Ibope e Datafolha assanhou a campanha do ex-capitão; a equipe de marketing começou a reforçar a campanha nas redes por uma vitória no primeiro turno, possibilidade que já é admitida por rivais, informa a coluna Painel no jornal Folha de S. Paulo; dirigentes do PT realmente vinham afirmando que o risco de uma campanha de última hora calcada no sentimento antipetista poderia ser perigosa; a estratégia do PT, neste momento, é se voltar aos eleitores mais pobres e reforçar a necessidade de impedir o fascismo
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247 - O crescimento de Bolsonaro nas pesquisas Ibope e Datafolha assanhou a campanha do ex-capitão. A equipe de marketing começou a reforçar a campanha nas redes por uma vitória no primeiro turno, possibilidade que já é admitida por rivais, informa a coluna Painel no jornal Folha de S. Paulo. Dirigentes do PT realmente vinham afirmando que o risco de uma campanha de última hora calcada no sentimento antipetista poderia ser perigosa. A estratégia do PT, neste momento, é se voltar aos eleitores mais pobres e reforçar a necessidade de impedir o fascismo.
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo alerta o próprio petismo do perigo iminente: "sem escolha Dirigentes do PT que diziam temer uma onda de última hora calçada no antipetismo a favor de Bolsonaro afirmam que ou a campanha de Haddad faz um gesto e amplia o discurso para além da narrativa 'Lula livre' ou ele será isolado, facilitando a vitória do adversário em eventual segundo turno".
Os resultados obtidos por Bolsonaro estimularam sua equipe a reforçar a campanha nas redes e nas ruas por uma vitória no primeiro turno –possibilidade que ainda é vista com ceticismo por rivais, mas já é admitida. O que é muito.
Sem escolha Dirigentes do PT que diziam temer uma onda de última hora calçada no antipetismo a favor de Bolsonaro afirmam que ou a campanha de Haddad faz um gesto e amplia o discurso para além da narrativa “Lula livre” ou ele será isolado, facilitando a vitória do adversário em eventual segundo turno.
Alerta vermelho O discurso de aliados do petista, antes extremamente confiante, mudou de tom. Eles avaliam que, além da ofensiva contra Haddad no horário eleitoral, as redes sociais de Bolsonaro influenciaram o eleitorado com o discurso de que o candidato é “o pai do kit gay”.
Ao resgate A estratégia do PT é a de se voltar aos eleitores mais pobres –que agora acenam a Bolsonaro– e dizer que é ilusão imaginar que o rival vai governar para eles.
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