Cafezinho: ‘delegada que prendeu reitor é promovida. Tapa na cara do povo’

Após a delegada Érika Marena, à frente das investigações que levaram à prisão do agora ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, ser nomeada para comandar a Superintendência da PF em Sergipe, o jornalista Miguel do Rosário afirma, no blog O Cafezinho, que ela "pode até ser especialista em crime financeiro, mas com certeza não entende nada de direitos humanos, democracia e garantias individuais"; blogueiro fez referência à nota de Época, que a elogia, como uma das “maiores especialistas… em crimes financeiros”; segundo o jornalista, a promoção dela "é um tapa na cara da sociedade"

Após a delegada Érika Marena, à frente das investigações que levaram à prisão do agora ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, ser nomeada para comandar a Superintendência da PF em Sergipe, o jornalista Miguel do Rosário afirma, no blog O Cafezinho, que ela "pode até ser especialista em crime financeiro, mas com certeza não entende nada de direitos humanos, democracia e garantias individuais"; blogueiro fez referência à nota de Época, que a elogia, como uma das “maiores especialistas… em crimes financeiros”; segundo o jornalista, a promoção dela "é um tapa na cara da sociedade"
Após a delegada Érika Marena, à frente das investigações que levaram à prisão do agora ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, ser nomeada para comandar a Superintendência da PF em Sergipe, o jornalista Miguel do Rosário afirma, no blog O Cafezinho, que ela "pode até ser especialista em crime financeiro, mas com certeza não entende nada de direitos humanos, democracia e garantias individuais"; blogueiro fez referência à nota de Época, que a elogia, como uma das “maiores especialistas… em crimes financeiros”; segundo o jornalista, a promoção dela "é um tapa na cara da sociedade" (Foto: Leonardo Lucena)


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Por Miguel do Rosário, no Cafezinho  - Para registro histórico, reproduzo nota aqui da revista Época, que, além de não trazer uma crítica a sua atuação em Santa Catarina, ainda a elogia, como uma das “maiores especialistas… em crimes financeiros”.

Ora, a delegada pode até ser especialista em crime financeiro, mas com certeza não entende nada de direitos humanos, democracia e garantias individuais, que são matérias muito mais importantes, sobretudo para um agente de repressão num regime democrático.

Sua promoção é um tapa na cara da sociedade que se mobilizou para puni-la, mas ao mesmo tempo tem um lado positivo, ao deixar claro, sem confusão, a situação em que estamos: um regime de exceção, especialmente maligno por se esconder tão bem sob a barra da saia da grande mídia, que esconde qualquer mínima denúncia contra seus arbítrios.

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Na Revista Época

PF conclui que atuação de delegada em investigação em SC foi correta e a nomeará como superintendente

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A sindicância da Corregedoria da Polícia Federal sobre a atuação da delegada Érika Marena, que atuou na Lava Jato em Curitiba, concluiu pela regularidade dos procedimentos adotados pela servidora na Operação Ouvidos Moucos. Essa ação levou para a cadeia o ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Luiz Carlos Cancellier junto com outras seis pessoas. Eles foram acusados de desviar recursos públicos. Cancellier cometeu suicídio no dia 2 de novembro.

A nomeação de Érika para comandar a Superintendência da PF em Sergipe dependia da conclusão dessa apuração interna. O diretor da corporação, Fernando Segovia, comunicará a novidade ao ministro da Justiça, Torquato Jardim.

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