Cabe à mídia censurar uma presidente da República?

Coluna desta sexta-feira 20 da jornalista Eliane Cantanhêde revela o pânico que a liberdade de expressão da presidente Dilma Rousseff exerce sobre setores da mídia que se engajaram no apoio ao golpe parlamentar; segundo Eliane, Dilma estaria cometendo crime de responsabilidade por falar em golpe e até por criticar a imprensa brasileira, que seria um "pilar da democracia"; no Brasil de hoje, a imprensa oligárquica busca consolidar um pensamento único e calar uma presidente legitimamente eleita; no entanto, mesmo que isso fosse possível, Eliane jamais conseguiria calar jornais internacionais, como Guardian, NY Times, Die Zeit ou El País, nem personalidades como o Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel e os artistas brasileiros que protestaram no tapete vermelho em Cannes

Coluna desta sexta-feira 20 da jornalista Eliane Cantanhêde revela o pânico que a liberdade de expressão da presidente Dilma Rousseff exerce sobre setores da mídia que se engajaram no apoio ao golpe parlamentar; segundo Eliane, Dilma estaria cometendo crime de responsabilidade por falar em golpe e até por criticar a imprensa brasileira, que seria um "pilar da democracia"; no Brasil de hoje, a imprensa oligárquica busca consolidar um pensamento único e calar uma presidente legitimamente eleita; no entanto, mesmo que isso fosse possível, Eliane jamais conseguiria calar jornais internacionais, como Guardian, NY Times, Die Zeit ou El País, nem personalidades como o Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel e os artistas brasileiros que protestaram no tapete vermelho em Cannes
Coluna desta sexta-feira 20 da jornalista Eliane Cantanhêde revela o pânico que a liberdade de expressão da presidente Dilma Rousseff exerce sobre setores da mídia que se engajaram no apoio ao golpe parlamentar; segundo Eliane, Dilma estaria cometendo crime de responsabilidade por falar em golpe e até por criticar a imprensa brasileira, que seria um "pilar da democracia"; no Brasil de hoje, a imprensa oligárquica busca consolidar um pensamento único e calar uma presidente legitimamente eleita; no entanto, mesmo que isso fosse possível, Eliane jamais conseguiria calar jornais internacionais, como Guardian, NY Times, Die Zeit ou El País, nem personalidades como o Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel e os artistas brasileiros que protestaram no tapete vermelho em Cannes (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – A jornalista Eliane Cantanhêde acusou o golpe. Na sua coluna desta sexta-feira, a colunista afirma que a presidente Dilma Rousseff pode ser processada por um segundo crime de responsabilidade: o de exercer sua liberdade de expressão e denunciar ao mundo o golpe parlamentar no Brasil.

"Aliás, há quem diga, principalmente nas Forças Armadas e na diplomacia, que um outro crime de responsabilidade de Dilma foi, e é, insistir na história do 'golpe' no exterior. Para parlamentares, isso configura calúnia e difamações contra as instituições brasileiras: o Supremo, a Câmara e o Senado. Sem falar nos ataques do PT ao MP, à PF e à mídia, pilares da democracia", diz ela.

No Brasil de hoje, é uma jornalista que sugere censura uma presidente legitimamente eleita, na tentativa de consolidar um pensamento único no País. No entanto, mesmo que uma mídia oligárquica que se vê como pilar da democracia – pausa para rir – conseguisse silenciar Dilma, jamais seria possível calar os artistas que protestaram no tapete vermelho de Cannes, como Sônia Braga, personalidades internacionais, como o Nobel da Paz Adolfo Perez Esquivel, ou jornais respeitados internacionalmente, como New York Times, Guardian, El Pais e Die Zeit.

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Todos eles, assim como Dilma, atestam a verdade que Eliane tenta calar: houve um golpe parlamentar no Brasil.


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