Brasil tem sua maior perda histórica e científica, afirmam jornalistas
O Brasil sofreu sua maior perda histórica e científica, afirmam os jornalistas Reinaldo José Lopes e Lucas Vetorazzo; eles lamentam: "do vasto acervo que a instituição tinha, as áreas correspondentes a arqueologia, paleontologia, antropologia e invertebrados (com cerca de 5 milhões de insetos) parecem total ou quase totalmente perdidas. O mesmo vale para laboratórios e salas de aula"
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247 - O Brasil sofreu sua maior perda histórica e científica, afirmam os jornalistas Reinaldo José Lopes e Lucas Vetorazzo. Eles lamentam: "do vasto acervo que a instituição tinha, as áreas correspondentes a arqueologia, paleontologia, antropologia e invertebrados (com cerca de 5 milhões de insetos) parecem total ou quase totalmente perdidas. O mesmo vale para laboratórios e salas de aula".
A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "a situação das peças que estavam fora dos compactadores tende a ser bem mais desesperadora".
Os jornalistas frisam que o material arqueológico perdido (cerâmica e instrumentos de pedra), somado aos desenhos e cadernos de campo de escavações realizadas em locais como os sítios Aldeia e Carapanari, na região de Santarém (PA), que estavam em uma sala do Museu, vinham sendo analisados para publicação em revistas especializadas.
Eles acusam o golpe: "trocando em miúdos: trata-se de informação científica inédita que agora desapareceu para sempre."
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