Brasil é o 5º lugar mais perigoso do mundo para jornalistas

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)  aponta que no ano passado o Brasil registrou 116 casos de violência contra jornalistas, como homicídios, agressões, ofensas e ameaças, o que coloca o país como o quinto lugar mais perigoso do mundo para jornalistas; em 2015, foram registradas oito mortes ligadas diretamente ao exercício da profissão,  número coloca o Brasil atrás apenas de países como a Síria, Iraque México e França

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)  aponta que no ano passado o Brasil registrou 116 casos de violência contra jornalistas, como homicídios, agressões, ofensas e ameaças, o que coloca o país como o quinto lugar mais perigoso do mundo para jornalistas; em 2015, foram registradas oito mortes ligadas diretamente ao exercício da profissão,  número coloca o Brasil atrás apenas de países como a Síria, Iraque México e França
Levantamento feito pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert)  aponta que no ano passado o Brasil registrou 116 casos de violência contra jornalistas, como homicídios, agressões, ofensas e ameaças, o que coloca o país como o quinto lugar mais perigoso do mundo para jornalistas; em 2015, foram registradas oito mortes ligadas diretamente ao exercício da profissão,  número coloca o Brasil atrás apenas de países como a Síria, Iraque México e França (Foto: Paulo Emílio)


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247 - A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) disse que 2015 foi um "ano cruel" para a liberdade de imprensa. Um levantamento feito pela entidade aponta que no ano passado o Brasil registrou 116 casos de violência contra jornalistas, como homicídios, agressões, ofensas e ameaças, o que coloca o país como o quinto lugar mais perigoso do mundo para os profissionais de comunicação.

No ano passado foram registradas oito mortes ligadas diretamente ao exercício da profissão – quatro radialistas, três blogueiros e um jornalista. O número coloca o Brasil atrás apenas de países como a Síria, Iraque México e França.

A maioria dos casos de violações registrados pela Abert aconteceram na Região Nordeste. Ainda segundo a Abert, os agressores costumam ser os alvos da apuração jornalística, manifestantes e policiais.

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