Boulos cobra explicações da Folha e Datafolha

‘A impopularidade de Dilma foi usada de maneira oportunista para sustentar um impeachment sem base legal. Isso fica mais claro a cada dia, com o desgaste do argumento das pedaladas. Agora, querem usá-la para legitimar o governo de Michel Temer, querendo apresentá-lo como "menos impopular"’, diz o líder do MTST, Guilherme Boulous, ao condenar erro da pesquisa Datafolha; “Tanto o instituto quanto a Folha devem explicações aos seus leitores e à sociedade”

‘A impopularidade de Dilma foi usada de maneira oportunista para sustentar um impeachment sem base legal. Isso fica mais claro a cada dia, com o desgaste do argumento das pedaladas. Agora, querem usá-la para legitimar o governo de Michel Temer, querendo apresentá-lo como "menos impopular"’, diz o líder do MTST, Guilherme Boulous, ao condenar erro da pesquisa Datafolha; “Tanto o instituto quanto a Folha devem explicações aos seus leitores e à sociedade”
‘A impopularidade de Dilma foi usada de maneira oportunista para sustentar um impeachment sem base legal. Isso fica mais claro a cada dia, com o desgaste do argumento das pedaladas. Agora, querem usá-la para legitimar o governo de Michel Temer, querendo apresentá-lo como "menos impopular"’, diz o líder do MTST, Guilherme Boulous, ao condenar erro da pesquisa Datafolha; “Tanto o instituto quanto a Folha devem explicações aos seus leitores e à sociedade” (Foto: Roberta Namour)


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247 - Líder do MTST, Guilherme Boulous condena o erro da pesquisa Datafolha e cobra explicações à sociedade.

‘A impopularidade de Dilma foi usada de maneira oportunista para sustentar um impeachment sem base legal. Isso fica mais claro a cada dia, com o desgaste do argumento das pedaladas. Agora, querem usá-la para legitimar o governo de Michel Temer, querendo apresentá-lo como "menos impopular"’, diz.

Luciana Chong, do Datafolha, reconheceu em entrevista a Glenn Greenwald, do "The Intercept", que a pesquisa de fato não autorizaria a conclusão de que 50% querem Temer como presidente, sem a informação de que as opções apresentadas estavam limitadas a apenas duas.

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“É difícil crer que a manchete enviesada a partir de uma pergunta binária tenha sido um simples descuido. Principalmente em se tratando de um tema tão decisivo para a situação política atual. Tanto o instituto quanto a Folha devem explicações aos seus leitores e à sociedade”, conclui (leia aqui).

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