Bolsonaro vai baixar o tom nas redes, diz Joice Hasselmann
A deputada Joice Hasselmann praticamente se 'autoproclamou' líder do governo na Câmara; na ausência de articulação - a presença pífia do Major Vitor Hugo, não reconhecido por quase nenhum parlamentar como interlocutor - abriu espaço para Hasselmann, que tem forte presença nas redes sociais; em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ela avisa que Bolsonaro saberá 'baixar a bola' nas suas publicações polêmicas no Twitter 'quando chegar a hora'
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247 - A deputada Joice Hasselmann praticamente se 'autoproclamou' líder do governo na Câmara. Na ausência de articulação - a presença pífia do Major Vitor Hugo, não reconhecido por quase nenhum parlamentar como interlocutor - abriu espaço para Hasselmann, que tem forte presença nas redes sociais. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ela avisa que Bolsonaro saberá 'baixar a bola' nas suas publicações polêmicas no Twitter 'quando chegar a hora'.
A matéria destaca o papel desempenhado por Joice no Congresso: "a deputada, apontada como principal articuladora do Planalto entre os congressistas, disse não ver como ataque as publicações feitas nas redes sociais oficiais do presidente contra a imprensa. 'Assim como o presidente muitas vezes é alvo de críticas da imprensa, ele tem o direito de criticar'."
Segundo a reportagem, a deputada "também defendeu a publicação de um vídeo obsceno na conta pessoal de Bolsonaro durante o Carnaval. 'O eleitor do presidente é conservador, ele não pode deixar de falar com essas pessoas', afirmou."
Sobre a relação com o chamado Centrão, a deputada diz: "já tem uma estratégia definida e uma nova rodada de negociação com os líderes dos partidos e com os coordenadores regionais. Há um consenso de que todos os espaços têm que ser ocupados por pessoas qualificadas tecnicamente, e que o problema não é a indicação, é a corrupção. E há uma garantia de que haverá respeito à liberação das emendas impositivas, algumas já começaram até a ser liberadas. O pessoal está mais calmo, mais tranquilo."
Ela também comenta a insatisfação de congressistas com o governo: "foi antes de a gente começar esse novo momento de articulação. Tinha até conversado com o núcleo politico do Planalto sobre esse mau humor com líderes, porque teve uma série de coisas que deixou todo mundo insatisfeito. Na mesma semana, o Parlamento deu dois recados: podemos derrubar qualquer coisa e podemos aprovar qualquer coisa, desde que haja um bom diálogo."
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