Bolsonaro pediu recursos a empresários para o WhatsApp em fevereiro
Reportagem publicada na revista Piauí em fevereiro deste ano descreveu um jantar entre Jair Bolsonaro e os empresários Fabio Wajngarten e Meyer Nigri, em que ele já avistava o WhatsApp e outras redes sociais como estratégia de campanha
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247 - O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, já avistava o WhatsApp e outras redes sociais como estratégia de campanha no início deste ano, quando se encontrou com dois empresários em São Paulo, dispostos a investir na candidatura do deputado à presidência. É o que aponta uma reportagem da revista Piauí publicada em fevereiro.
Nesta quinta-feira 18, uma denúncia da Folha de S.Paulo esclarece um esquema milionário de empresários que bancam a disparada de fake news contra o PT e seu adversário, Fernando Haddad, pelo aplicativo de mensagens.
"Quando tocamos no assunto estrutura de campanha, o deputado nos mostra o telefone. Parece acreditar que postar nas redes sociais é o suficiente", explicou Fábio Wajngarten, 42 anos, à época, segundo a Piauí. O outro empresário era Meyer Nigri, fundador da construtora Tecnisa, uma das dez maiores construtoras do país.
Os dois explicam, na reportagem, por que apostam em Bolsonaro. Nesta quinta, Haddad apontou que 156 empresários podem estar envolvidos na fraude. "Temos a informação de que 156 empresários estão envolvidos nesse escândalo. As pessoas vão ser chamadas a depor. Ele deixou rastro e nós vamos atrás", declarou o candidato da frente democrática.
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