Azevedo quer Azeredo julgado em Minas

Cúmulo da hipocrisia: blogueiro de Veja.com, que defendeu o julgamento da Ação Penal 470 no STF, mesmo para os réus sem direito ao foro privilegiado, defende que Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB, tenha seu caso remetido à primeira instância; segundo Azevedo, seu quase xará Azeredo caminhava para uma "execução"

Cúmulo da hipocrisia: blogueiro de Veja.com, que defendeu o julgamento da Ação Penal 470 no STF, mesmo para os réus sem direito ao foro privilegiado, defende que Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB, tenha seu caso remetido à primeira instância; segundo Azevedo, seu quase xará Azeredo caminhava para uma "execução"
Cúmulo da hipocrisia: blogueiro de Veja.com, que defendeu o julgamento da Ação Penal 470 no STF, mesmo para os réus sem direito ao foro privilegiado, defende que Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB, tenha seu caso remetido à primeira instância; segundo Azevedo, seu quase xará Azeredo caminhava para uma "execução" (Foto: Leonardo Attuch)


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247 - A renúncia de Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas e ex-presidente nacional do PSDB, deu ao blogueiro Reinaldo Azevedo, de Veja.com, a oportunidade de exercitar a própria hipocrisia. Ele, que tanto lutou para que os réus da Ação Penal 470, mesmo aqueles sem direito ao foro privilegiado fossem julgados diretamente no Supremo Tribunal Federal, e não em primeira instância, agora defende que o caso de Azeredo seja remetido à Justiça de Minas Gerais.

É o que ele defende em artigo publicado nesta quarta-feira (leia aqui). "Eduardo Azeredo (PSDB-MG) renunciou ao mandato de deputado federal. Seguindo o procedimento adotado com outras personalidades públicas — inclusive José Genoino em outro processo —, seu caso deve sair do Supremo e ser enviado à primeira instância; no caso, da Justiça Federal de Minas. Renunciou por quê? É incômodo dizê-lo, mas tem de ser dito: porque não seria “julgado” no sentido pleno da palavra; estava caminhando para uma execução", afirma.

Na verdade, Azeredo renunciou apenas para fugir ao julgamento do STF – e assim protelar a sua sentença.

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