Augusto Nunes minimiza racismo de Waack
Em seu editorial na Jovem Pan nesta quinta-feira (9), o jornalista Augusto Nunes saiu em defesa do jornalista William Waack, que foi afastado do jornalista da Globo após a cena de racismo protagonizada por ele em vídeo que viralizou na internet; "Não é surpreendente que por um punhado de frases sem importância, ele vire alvo de seitas especialmente repulsivas: os politicamente corretos, os fanáticos extremistas, os que odeiam olhar-se no espelho, os perdedores congênitos, os patrulheiros esquerdopatas, os cretinos fundamentais e os idiotas em geral", diz Nunes
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247 - Em seu editorial na Jovem Pan nesta quinta-feira (9), o jornalista Augusto Nunes saiu em defesa do jornalista William Waack, que foi afastado do jornalista da Globo após a cena de racismo protagonizada por ele em vídeo que viralizou na internet.
Na avaliação de Nunes, a revolta da internet com Waack está relacionada à inveja do sucesso dele como intelectual e formador de opinião. "Não é surpreendente que por um punhado de frases sem importância, ele vire alvo de seitas especialmente repulsivas: os politicamente corretos, os fanáticos extremistas, os que odeiam olhar-se no espelho, os perdedores congênitos, os patrulheiros esquerdopatas, os cretinos fundamentais e os idiotas em geral."
O "punhado de frases sem importância" a que se refere Augusto Nunes é: "é preto. É coisa de preto". As frases, em tom de galhofa, foram ditas quando um carro buzinava em alto volume próximo a um link da TV Globo em Washington (DC).
Segundo Augusto Nunes, "estarão a seu lado [de Waack] os incontáveis brasileiros que sabem que o País seria muito melhor se houvesse por aqui mais gente provida das virtudes que sobram em William Waack".
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