Aroreira ao DCM: 'concentração dos meios é ridícula'

O chargista Renato Aroeira ganhou a semana com uma charge que mostrava a presidente Dilma Rousseff com os olhos vendados diante de um paredão pronto para alvejá-la de balas, mas ao invés de armas, os atiradores empunhavam jornais e revistas; em entrevista ao Diário do Centro do Mundo, ele disse que "existe uma guerra entre o capital e seus braços de imprensa, entre outros, contra a esquerda"; "Mas é também uma guerra contra o estado. Dinheiro, o graúdo, não precisa de estado. Mas ele precisa de poder", explicou

O chargista Renato Aroeira ganhou a semana com uma charge que mostrava a presidente Dilma Rousseff com os olhos vendados diante de um paredão pronto para alvejá-la de balas, mas ao invés de armas, os atiradores empunhavam jornais e revistas; em entrevista ao Diário do Centro do Mundo, ele disse que "existe uma guerra entre o capital e seus braços de imprensa, entre outros, contra a esquerda"; "Mas é também uma guerra contra o estado. Dinheiro, o graúdo, não precisa de estado. Mas ele precisa de poder", explicou
O chargista Renato Aroeira ganhou a semana com uma charge que mostrava a presidente Dilma Rousseff com os olhos vendados diante de um paredão pronto para alvejá-la de balas, mas ao invés de armas, os atiradores empunhavam jornais e revistas; em entrevista ao Diário do Centro do Mundo, ele disse que "existe uma guerra entre o capital e seus braços de imprensa, entre outros, contra a esquerda"; "Mas é também uma guerra contra o estado. Dinheiro, o graúdo, não precisa de estado. Mas ele precisa de poder", explicou (Foto: Valter Lima)


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247 - O chargista Renato Aroeira ganhou a semana com uma charge que mostrava a presidente Dilma Rousseff com os olhos vendados diante de um paredão pronto para alvejá-la de balas. Ao invés de armas, os atiradores empunhavam jornais e revistas. Depois, fez outra que mostrava Lula e Dilma sendo alvejados por Fernando Henrique Cardoso, Gilmar Mendes, Eduardo Cunha e Aécio Neves, inspirado na cena sanguinária do quadro “Os Fuzilamentos de 3 de Maio”, do pintor espanhol Francisco de Goya.

Em entrevista ao Diário do Centro do Mundo, ele disse que "no Brasil, a concentração dos meios chega a ser ridícula". Ao comentar a charge na qual retratou Dilma sendo fuzilada pela imprensa, ele disse que "existe uma guerra entre o capital e seus braços de imprensa, entre outros, contra a esquerda". "Mas é também uma guerra contra o estado. Dinheiro, o graúdo, não precisa de estado. Mas ele precisa de poder", explicou.

Leia a entrevista na íntegra aqui

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