Após soltura de Paulo Preto, Sidney Rezende ironiza: as instituições estão funcionando
Após o ministro do STF Gilmar Mendes determinar a soltura do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, operador do PSDB, o jornalista Sidney Rezende criticou a falta de punição a determinados envolvidos em investigações da Justiça; "Operador financeiro do PSDB, Paulo Preto, vai para casa. Inocentado, ex-assessor de Geddel será candidato à prefeito na Bahia em 2020. Gustavo Ferraz foi preso em 2017 no caso do bunker com R$ 51 milhões atribuídos a ex-ministro. As instituições estão funcionando normalmente"
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247 - Após o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes determinar a soltura do ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, operador do PSDB, o jornalista Sidney Rezende criticou a falta de punição a determinados envolvidos em investigações da Justiça,
"Operador financeiro do PSDB, Paulo Preto, vai para casa. Inocentado, ex-assessor de Geddel será candidato à prefeito na Bahia em 2020. Gustavo Ferraz foi preso em 2017 no caso do bunker com R$ 51 milhões atribuídos a ex-ministro. As instituições estão funcionando normalmente", escreveu Rezende em sua conta no Twitter.
De acordo com autoridades suíças, Paulo Preto mantinha o equivalente a R$ 113 milhões em contas fora do Brasil. Os recursos recebidos por Paulo Preto são ligados principalmente ao ex-governador José Serra.
O operador do PSDB também é acusado de ter recebido propina de R$ 173 milhões em obras da Prefeitura de São Paulo. Os valores do que seria o suborno a Paulo Preto foram levantados pela Folha de S. Paulo a partir de depoimentos de delatores da Odebrecht, como Carlos Armando Paschoal e Roberto Cumplido, ex-diretores da empreiteira (veja mais aqui).
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