Após polêmicas, governo Bolsonaro escala militar para coordenar redes sociais
Segundo a Folha de S. Paulo, para tentar evitar novas crises nas redes sociais como os episódios recentes do vídeo escatológico compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro, durante o Carnaval, e o relato mentiroso contra uma jornalista ocorrido na noite deste domingo (10), o Governo Federal escalou o ex-chefe da assessoria de imprensa do Exército, coronel Didio Pereira de Campos, para comandar "uma nova estrutura chamada Comunicação Global, que ficará responsável pelo monitoramento das redes sociais, publicidade oficial e criação de conteúdo"
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247 - Segundo a Folha de S. Paulo, para tentar evitar novas crises nas redes sociais como os episódios recentes do vídeo escatológico compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro, durante o Carnaval, e o relato mentiroso contra uma jornalista ocorrido na noite deste domingo (10), o Governo Federal escalou o ex-chefe da assessoria de imprensa do Exército, coronel Didio Pereira de Campos, para comandar "uma nova estrutura chamada Comunicação Global, que ficará responsável pelo monitoramento das redes sociais, publicidade oficial e criação de conteúdo", diz a reportagem nesta segunda-feira (11).
"Com a sua chegada, a gestão das mídias digitais, que estava subordinada à secretaria de imprensa, passa a ser controlada pela nova estrutura, assim como a área de publicidade, que estava sem um gestor específico desde o início do governo. A indicação foi feita pela equipe do ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Santos Cruz, e ocorreu após um diagnóstico da equipe do presidente, sobretudo do núcleo militar, de que a comunicação oficial precisava ser melhorada diante das últimas polêmicas", afirma a Folha.
Diz a reportagem que o Palácio do Planalto também busca um profissional de comunicação com perfil experiente para orientar Jair Bolsonaro nas declarações públicas. O "jornalista Alexandre Garcia, que deixou a Rede Globo no final do ano passado e ocupou o cargo de porta-voz na gestão de João Figueiredo (1979-1985), durante a ditadura militar", é o nome que mais entusiasma o entorno de Bolsonaro.
O presidente, porém, negou a notícia classificando-a como "Fakenews".
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— UOL (@UOL) 11 de março de 2019
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