Ancelmo: Campos e Deda eram exceção entre políticos caquéticos
Colunista Ancelmo Gois relaciona acidente de Eduardo Campos (PSB) à morte do governador de Sergipe, Marcelo Deda, que lutava contra um câncer, como “tragédia política colossal”: “Campos e Deda representavam, com seus defeitos — que nos momentos de consternação são empurrados para debaixo do tapete —, exceção num quadro caquético de homens públicos, notadamente na Câmara e no Senado”
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247 – O colunista Ancelmo Gois lembra as primeiras reações que ouviu ao saber da morte de Eduardo Campos: “Com tanto FDP por aí, por que morre logo Eduardo Campos?".
Segundo ele, ouviu o mesmo tipo de raciocínio em dezembro do ano passado, quando, depois de lutar contra um câncer havia quatro anos, morreu Marcelo Deda, 53 anos, governador de Sergipe.
Ancelmo diz que, além da tragédia pessoal, há uma tragédia política colossal nos dois casos: “Campos e Deda representavam, com seus defeitos — que nos momentos de consternação são empurrados para debaixo do tapete —, exceção num quadro caquético de homens públicos, notadamente na Câmara e no Senado” (leia mais).
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