Alvo de Veja e Istoé, Gilmar vira bola da vez

Enquanto a revista Veja noticia que o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios da JBS, a capa da revista IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso"; segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia"

Enquanto a revista Veja noticia que o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios da JBS, a capa da revista IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso"; segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia"
Enquanto a revista Veja noticia que o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios da JBS, a capa da revista IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso"; segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Alvo de denúncias das revistas Veja, da Editora Abril, e IstoÉ, da Editora Três, neste fim de semana, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes virou a bola da vez.

A Veja noticia que o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade de Gilmar, recebeu R$ 2,1 milhões em patrocínios do empresário Joesley Batista, da JBS.

Segundo a publicação, "nos últimos dois anos, Gilmar e Joesley mantiveram uma parceria comercial e uma convivência amigável, a ponto de se visitarem em Brasília e São Paulo, trocarem favores, compartilharem certezas e incertezas jurídicas e tocarem projetos comuns".

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Já a IstoÉ aponta uma "suspeita transição de Gilmar Mendes", numa reportagem em que a revista disse ter "acesso ao inquérito que investiga a venda irregular de uma universidade que pertenceu ao ministro do STF para o governo do Mato Grosso".

Segundo a IstoÉ, "o Ministério Público vê indícios de ilegalidades no negócio de R$ 7,7 milhões e está para formular a denúncia".

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