Almeida: ‘a pessoa do Lula está presa, mas o apoio que ele tem está solto’
O sociólogo e cientista político Alberto Carlos Almeida, autor do livro “A Cabeça do Brasileiro”, afirma, em entrevista à Revista Fórum, que, caso o ex-presidente Lula aponte um nome para a eleição presidencial de 2018, esse nome irá ao segundo turno; Almeida diz: “Quando chegar mais perto do pleito ele, certamente, vai emitir um comunicado indicando um nome; e esse nome terá ampla cobertura da mídia, vai crescer no cenário eleitoral, nas pesquisas e o PT vai se debruçar na campanha tentando elegê-lo, o que o deixará com muita chance de alcançar o segundo turno”
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247 – O sociólogo e cientista político Alberto Carlos Almeida, autor do livro “A Cabeça do Brasileiro”, afirma, em entrevista à Revista Fórum, que, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há um mês na Superintendência da Polícia Federal do Paraná, aponte um nome para a eleição presidencial de 2018, esse nome irá ao segundo turno. Almeida diz: “Quando chegar mais perto do pleito ele, certamente, vai emitir um comunicado indicando um nome. E esse nome terá ampla cobertura da mídia, vai crescer no cenário eleitoral, nas pesquisas e o PT vai se debruçar na campanha tentando elegê-lo, o que o deixará com muita chance de alcançar o segundo turno”.
Leia trechos das respostas do sociólogo para a Revista Fórum:
“O grande diferencial nas eleições em 2018 é que elas ocorrerão em meio a uma crise profunda, tanto política quanto econômica. Do ponto de vista econômico, a sociedade viu seu poder aquisitivo diminuir e todo esse cenário terá uma recuperação lenta. A população não sente uma melhora em sua qualidade de vida e isso tem ligação com o Judiciário, com a prisão de vários políticos. As pessoas acabam tendo uma percepção de que a situação só piorou e isso se aprofunda cada vez mais. Prevalece a ideia de que os políticos são ladrões e, “além de roubar, eles pioraram minha situação”. Eu, particularmente, não gosto da famosa análise do “rouba, mas faz”, acho superficial.
(...)
A verdade é que temos vários cenários. A classe média que melhorou de vida, a que piorou, aquela que melhorou com Lula e piorou com Temer, que é o que o PT vai tentar comunicar durante a campanha. Mas o que eu faço questão de chamar atenção é que a classe média alta ainda vota mais no PSDB e a classe baixa escolhe o PT. Acredito que a polarização ainda vai persistir nessas eleições.
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