'Aliança com Cunha enfraquece discurso ético da oposição'
Kennedy Alencar afirma que o gesto do presidente da Câmara, caso aceite o pedido de impeachment, "será visto como retaliação porque ele acha que há ingerência do Palácio do Planalto nas acusações contra ele"; nesse contexto, acrescenta o jornalista, "a oposição comete um erro político crucial ao se aliar a Cunha", expondo "hipocrisia política e discurso ético seletivo" diante das denúncias de corrupção contra o deputado
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247 – Se aceitar o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) terá seu gesto "visto como retaliação porque ele acha que há ingerência do Palácio do Planalto nas acusações contra ele", opina o jornalista Kennedy Alencar.
Nesse contexto, diz ele, "a oposição comete um erro político crucial ao se aliar a Cunha para levar adiante neste momento um pedido de abertura de processo de impeachment".
Para Kennedy, se a aliança "tivesse acontecido antes das revelações suíças, seria uma aliança política diante da fraqueza do governo Dilma". Já "fazer uma aliança com Eduardo Cunha depois do que foi revelado, expõe hipocrisia política e discurso ético seletivo."
"A oposição acha que o presidente da Câmara, acuado politicamente pelas revelações de contas e de movimentações financeiras na Suíça, poderia ser útil para acelerar um eventual impeachment."
Leia aqui a íntegra.
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