Ação contra reitor atual da UFSC cai nas mãos da mesma juíza do caso Cancellier

A perseguição na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) parece não tem fim; a ação penal contra o atual reitor, Ubaldo Cesar Balthazar, e o seu chefe de gabinete, Aureo Mafra de Moraes, foi distribuída, “por dependência”, à juíza Janaína Cassol Machado, da 1ª Vara Criminal Federal de Florianópolis, a mesma juíza que liderou a violência judicial que levou o reitor Luiz Carlos Cancellier ao suicídio; o reitor e chefe de gabinete são acusados pelo procurador da República Marco Aurélio Dutra Aydos pelo crime de injúria contra a delegada federal Erika Mialik Marena

Ação contra reitor atual da UFSC cai nas mãos da mesma juíza do caso Cancellier
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247- A perseguição na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) parece não tem fim. A ação penal contra o atual reitor, Ubaldo Cesar Balthazar, e o seu chefe de gabinete, Aureo Mafra de Moraes, foi distribuída, “por dependência”, à juíza Janaína Cassol Machado, da 1ª Vara Criminal Federal de Florianópolis, a mesma juíza que liderou a violência judicial que levou o reitor Luiz Carlos Cancellier ao suicídio. O reitor e chefe de gabinete são acusados pelo procurador da República Marco Aurélio Dutra Aydos pelo crime de injúria contra a delegada federal Erika Mialik Marena. 

O jornalista Marcelo Auler, em  seu blog, ainda destaca que "o processo que busca condenar o reitor e o chefe de gabinete da universidade por não terem impedido uma manifestação crítica aos 'agentes públicos que praticaram abuso de poder contra a UFSC e que levou ao suicídio do reitor' (como consta da faixa que gerou a ação penal), acabou nas mãos de uma das criticadas na mesma faixa. Janaína foi responsável pela prisão do ex-reitor Luiz Carlos Cancellier que, sentindo-se humilhado, suicidou-se."

Auler acrescenta: "a cobrança dos manifestantes na cerimônia no hall da reitoria, em 18 de dezembro passado – 'pela apuração e punição dos envolvidos e reparação dos malfeitos' -, não se relacionou apenas à delegada federal que conduziu a operação Ouvidos Moucos. Atingiu também a juíza Janaína e o procurador da República André Stefani Bertuol, que atuam no caso. As fotos dos dois estavam ao lado da de Érika, como mostra a reprodução ao lado."

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