A tribo dos grandes repórteres fica sem Geneton
Ricardo Kotscho faz uma homenagem ao jornalista e amigo pernambucano Geneton Moraes Neto, que morreu nesta segunda-feira aos 60 anos; "Foi-se embora, tão cedo, uma ave cada vez mais rara no jornalismo: um grande repórter eternamente apaixonado pela profissão, daqueles que fazem do seu ofício não só uma opção profissional, mas uma opção de vida"; leia a íntegra
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Por Ricardo Kotscho, em seu blog - Foi-se embora, tão cedo, nesta segunda-feira, uma ave cada vez mais rara no jornalismo: um grande repórter eternamente apaixonado pela profissão, daqueles que fazem do seu ofício não só uma opção profissional, mas uma opção de vida.
Morreu do coração, no Rio de Janeiro, o pernambucano Geneton Moraes Neto. Tinha apenas 60 anos de idade, dos quais dedicou 44 à arte de contar histórias. Jornalista de papel e de imagem, documentarista e escritor, produtor, editor e diretor, Geneton era, acima de tudo, um repórter, e assim gostava de ser chamado. Entrou nos anos 1980 na Rede Globo, onde ocupou diferentes cargos e funções, e comandava desde 2009 o programa Dossiê GloboNews.
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