‘A melhor definição da imprensa brasileira: mídia plutocrática’

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, destaca a expressão que foi publicada no jornal inglês The Guardian pelo jornalista e ativista brasileiro David Miranda; “Qualquer que seja o desfecho do golpe, a mídia plutocrática sai irremediavelmente desmoralizada da presente crise política, bem como os jornalistas que ela usa para fazer o serviço sujo”, escreve Nogueira

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, destaca a expressão que foi publicada no jornal inglês The Guardian pelo jornalista e ativista brasileiro David Miranda; “Qualquer que seja o desfecho do golpe, a mídia plutocrática sai irremediavelmente desmoralizada da presente crise política, bem como os jornalistas que ela usa para fazer o serviço sujo”, escreve Nogueira
Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, destaca a expressão que foi publicada no jornal inglês The Guardian pelo jornalista e ativista brasileiro David Miranda; “Qualquer que seja o desfecho do golpe, a mídia plutocrática sai irremediavelmente desmoralizada da presente crise política, bem como os jornalistas que ela usa para fazer o serviço sujo”, escreve Nogueira (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Para o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, a melhor expressão já usada para definir a imprensa brasileira é a de que ela é plutocrática. O termo apareceu num jornal inglês, o The Guardian, em um artigo escrito pelo jornalista e ativista brasileiro David Miranda (leia aqui, em inglês).

"A plutocracia controla a imprensa brasileira. Os Marinhos, os Civitas, os Frias são plutocratas na pior acepção do termo. Plutocratas à moda da América Latina, predadores, doentiamente gananciosos, sem pudor nenhum para meter a mão no dinheiro público de todas as formas possíveis. Tampouco hesitam em manipular seu público com meias verdades e mentiras integrais", escreve Nogueira.

Ele critica jornalistas da grande imprensa, como Diego Escosteguy, da revista Época, e Ricardo Noblat, do Globo, por defenderam efusivamente nas redes sociais a tese de que o impeachment contra a presidente Dilma não é golpe. "Profissional nenhum serve à mídia plutocrática impunemente", diz ele, lembrando de ataques sofridos por esses jornalistas.

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"Qualquer que seja o desfecho do golpe, a mídia plutocrática sai irremediavelmente desmoralizada da presente crise política, bem como os jornalistas que ela usa para fazer o serviço sujo", afirma o editor do DCM.

Leia aqui a íntegra.

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