Zé Roberto nega ter sido alvo da condução coercitiva

Deputado estadual Zé Roberto (PT) negou ter sido alvo de condução coercitiva, após a deflagração da Operação Rota 26; "A primeira mentira dita pela grande imprensa e que se espalhou na internet é que o mandato foi coercitivo, e isso não é verdade, fui e voltei dirigindo o meu veículo"; parlamentar afirmou que, na PF, teve "acesso à parte do inquérito, que é sobre convênios de 2007 e 2008, onde foi iniciado o processo em 2015 pela Controladoria-Geral da União (CGU), oito anos depois de ter feito as obras nos assentamentos de estradas. A maioria das perguntas foram referentes a prorrogação do prazo do convênio"; "Se os convênios foram prorrogados, foi para que as prefeituras concluíssem o trabalho"

Deputado estadual Zé Roberto (PT) negou ter sido alvo de condução coercitiva, após a deflagração da Operação Rota 26; "A primeira mentira dita pela grande imprensa e que se espalhou na internet é que o mandato foi coercitivo, e isso não é verdade, fui e voltei dirigindo o meu veículo"; parlamentar afirmou que, na PF, teve "acesso à parte do inquérito, que é sobre convênios de 2007 e 2008, onde foi iniciado o processo em 2015 pela Controladoria-Geral da União (CGU), oito anos depois de ter feito as obras nos assentamentos de estradas. A maioria das perguntas foram referentes a prorrogação do prazo do convênio"; "Se os convênios foram prorrogados, foi para que as prefeituras concluíssem o trabalho"
Deputado estadual Zé Roberto (PT) negou ter sido alvo de condução coercitiva, após a deflagração da Operação Rota 26; "A primeira mentira dita pela grande imprensa e que se espalhou na internet é que o mandato foi coercitivo, e isso não é verdade, fui e voltei dirigindo o meu veículo"; parlamentar afirmou que, na PF, teve "acesso à parte do inquérito, que é sobre convênios de 2007 e 2008, onde foi iniciado o processo em 2015 pela Controladoria-Geral da União (CGU), oito anos depois de ter feito as obras nos assentamentos de estradas. A maioria das perguntas foram referentes a prorrogação do prazo do convênio"; "Se os convênios foram prorrogados, foi para que as prefeituras concluíssem o trabalho" (Foto: Leonardo Lucena)


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Tocantins 247 - O deputado estadual Zé Roberto (PT) emitiu nota à imprensa negando ter sido alvo de condução coercitiva, após a deflagração da Operação Rota 26, que investiga desvios de verba destinada a obras de implantação e recuperação de estradas vicinais em projetos de assentamentos.

"A primeira mentira dita pela grande imprensa e que se espalhou na internet é que o mandato foi coercitivo, e isso não é verdade, fui e voltei dirigindo o meu veículo", disse.

O parlamentar afirmou que, na Polícia Federal, teve "acesso à parte do inquérito, de 2007 e 2008, processo iniciado pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2015, oito anos depois de ter feito as obras (construção de estradas nos assentamentos). A maioria das perguntas foram referentes à prorrogação do prazo de convênio dessas obras". "Quem é gestor sabe da dificuldade desses convênios em relação ao atraso de pagamentos. Como todos os meus atos foram de acordo com o parecer da equipe técnica e jurídica do INCRA, sempre tive bastante cuidado e zelo pelo bem público" continuou.

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O petista disse estar "tranquilo, pois todos os procedimentos adotados foram de acordo com a Lei, inclusive os órgãos de controle diziam que em minha gestão, éramos muito mais rígidos que a própria Lei autorizava ser, exatamente para que as obras pudessem ser feitas e concluídas". "Se os convênios foram prorrogados, foi para que as prefeituras concluíssem o trabalho. Agradeço a solidariedade e reafirmo meu compromisso e luta com as trabalhadoras e trabalhadores, na luta para um país mais justo".

 A Polícia Federal informou nesta segunda-feira, 3, que as supostas fraudes realizadas com recursos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que motivaram a operação Rota 26, incluem pagamento por construção de estradas que já tinham sido feitas e de obras que nem foram executadas. Os prejuízos chegam a R$ 1,4 milhão (leia mais aqui). 

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