Wagner vai mexer no primeiro escalão

"Eu, sem dúvida, estou avaliando. Vou fechar o balanço com algumas pessoas mais próximas e na entrada do ano mexer em algumas peças. Agora, eu não me sinto na obrigação de abrigar ex-prefeitos ou ex-candidatos. A minha prioridade será uma melhor gestão", disse o governador em entrevista à Rádio Metrópole

Wagner vai mexer no primeiro escalão
Wagner vai mexer no primeiro escalão (Foto: Divulgação)


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Bahia 247

O governador Jaques Wagner (PT) admitiu em entrevista à Rádio Metrópole que fará algumas modificações no primeiro escalão de sua equipe. O petista afirmou que "realmente" há algumas áreas que não estão funcionando bem.

As mudanças deverão acontecer no início de 2013 e Wagner já afirmou que não tem compromisso com futuros ex-prefeitos e ex-candidatos derrotados.

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"Eu, sem dúvida, estou avaliando. Vou fechar o balanço com algumas pessoas mais próximas e na entrada do ano mexer em algumas peças. Agora, eu não me sinto na obrigação de abrigar ex-prefeitos ou ex-candidatos. A minha prioridade será uma melhor gestão".

Embora não tenha adiantado nomes nem pastas específicas, o governador, segundo a Tribuna da Bahia, pode mudar os comandos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da Secretaria de Cultura.

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Luiz Caetano, atual prefeito de Camaçari, seria o nome mais cotado para assumir a Sedur, no lugar de Cícero Monteiro. A prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho, iria para a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), levando em consideração os importantes programas sociais do governo e pela Defesa Civil do Estado, de acordo com matéria da Tribuna.

Ainda na entrevista à Metrópole, Wagner comentou sobre sua sucessão em 2014 e citou os petistas Luiz Caetano, Moema Gramacho, Rui Costa (secretário da Casa Civil) e José Sergio Gabrielli (secretário de Planejamento) como nomes fortes e mais além frisou que a preferência é do PT por ser um partido maior. "O PT carrega legitimidade por ser maior".

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Sobre seu futuro político, quando deixar o cargo, voltou a repetir que irá disputar uma vaga na Câmara Federal, cujo objetivo maior é continuar apoiando a presidente Dilma Rousseff.

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