Wagner garante acarajé na Arena Fonte Nova
"É claro que vai ter acarajé e baianas do acarajé na Arena Fonte Nova. Não tem hipótese de não ter"; governador Jaques Wagner afastou de vez nesta sexta-feira (26) a possibilidade de o quitute que é cobiçado pelos baianos e por turistas de todo o planeta não ser comercializado na Arena Fonte Nova durante as copas das Confederações de 2013 e do Mundo de 2014
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Bahia 247
O governador Jaques Wagner afastou de vez nesta sexta-feira (26) a possibilidade de o quitute que é cobiçado pelos baianos e por turistas de todo o planeta, o acarajé, não poder ser comercializado na Arena Fonte Nova durante as copas das Confederações de 2013 e do Mundo de 2014.
"É claro que vai ter acarajé e baianas do acarajé na Arena Fonte Nova. Não tem hipótese de não ter", garantiu o chefe do Executivo baiano para uma plateia formada, em sua maioria, por baianas de acarajé, na solenidade de assinatura do decreto reconhecendo o Ofício das Baianas de Acarajé como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia e o respectivo registro no Livro Especial de Saberes e Modos de Fazer do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), órgão vinculado à Secretaria da Cultura do Estado.
Wagner destacou a importância das baianas para a cultura e tradição da Bahia e garantiu que as baianas estarão presentes no Estádio da Fonte Nova. "É mais do que justo e merecido esta homenagem, é a marca mais forte das tradições baianas, um estímulo à manutenção dessa tradição".
Durante a cerimônia, realizada em um novo espaço construído para eventos no prédio da Governadoria e que estava sendo usado pela primeira vez, o governador lembrou que a homenagem às baianas acontecia, por uma feliz coincidência, na inauguração do local, motivo pelo qual nomeou o espaço de Salão de Atos das Baianas de Acarajé.
A solicitação de registro foi requerida pela Associação das Baianas de Acarajé e Mingau (ABAM), que mesmo já tendo o reconhecimento federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), considerou de relevância o registro também estadual, por se tratar de uma prática eminentemente baiana.
O registro engloba os rituais envolvidos na produção, nos modos de fazer, na preparação do local de venda, na arrumação no tabuleiro do acarajé e dos demais quitutes disponíveis.
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