Wagner e Gabrielli torcem contra veto nos royalties

Se a presidente Dilma Rousseff não vetar nenhum ponto do texto aprovado pela Câmara, o qual prevê distribuição dos recursos do petróleo por igual para estados e municípios produtores e não produtores, a Bahia poderá triplicar sua arrecadação; governador Jaques Wagner e o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, temem 'judicialização' da matéria, mas não escondem satisfação

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Bahia 247

Se a presidente Dilma Rousseff mantiver a íntegra do texto aprovado pela Câmara sobre a nova partilha dos royalties do petróleo, a Bahia poderá triplicar sua arrecadação com recursos advindos do produto.

O texto aprovado pelos deputados define novas regras na partilha e diminui as diferenças entre estados e municípios produtores e não produtores de petróleo. Apesar de maravilhosa, a notícia é comemorada com cautela pelo governador Jaques Wagner e pelo ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que atualmente comanda a Secretaria do Planejamento do Estado.

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"É claro que a gente vai ganhar. Mas mesmo ganhando, teremos um problema, pois o texto aprovado impacta contratos anteriores e vai acabar sendo judicializado. Isso não nos interessa", afirmou Jaques Wagner.

Gabrielli, pré-candidato a governador em 2014, adota discurso alinhado com o do chefe do Executivo. "Nós não estamos contando com estes recursos para o ano que vem porque sabemos que provavelmente haverá um grande conflito judicial".

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Pela norma atual, os 417 municípios da Bahia arrecadaram R$ 168,3 milhões no ano passado. Esse montante saltaria para R$ 510,4 milhões no próximo ano, segundo estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), caso não ocorram mudanças na matéria.

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