Wagner diz que hospital não funciona à noite e nos fins de semana
O deputado Capitão Wagner (PR) questionou nesta segunda-feira (3) o funcionamento do Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim. Segundo o deputado, ele esteve no local no final de semana e constatou que a unidade de saúde estava fechada. “Se um cidadão sofrer um trauma ou algo do tipo, não será neste hospital que ele será atendido”, afirmou. Wagner disse ainda que o hospital também não funciona à noite. “Durante todo o final de semana, às vezes que passei em frente a unidade, só tinham dois seguranças. Nenhum médico ou paciente”, explicou
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Ceará 247 - Em visita ao município de Quixeramobim, o deputado estadual Capitão Wagner (PR) contestou o funcionamento do Hospital Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), que fica no município. De acordo com ele, a unidade não funciona aos finais de semana. Segundo o parlamentar, em frente à unidade de saúde existe uma placa que informa que o funcionamento da emergência é 24 horas. “Entretanto, não foi isso que vimos. O hospital estava fechado. Se um cidadão sofrer um trauma ou algo do tipo, não será neste hospital que ele será atendido”, informou.
Capitão Wagner disse ainda que o hospital não funciona à noite. O deputado aponta também problemas sobre o acesso ao Hospital Regional. “O governo diz que o hospital está funcionado e atendendo normalmente. Mas eu constatei que está fechado. Ao redor do hospital é fechado por uma cerca. Durante todo o final de semana, às vezes que passei em frente a unidade, só tinham dois seguranças. Nenhum médico ou paciente”, explicou.
O parlamentar lembrou uma denúncia que fez na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará, sobre os recursos do Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH), que deveriam fazer o HRSC funcionar, mas que foram desviados para os postos de saúde de Fortaleza, durante a campanha do candidato à reeleição, Roberto Claudio (PDT). “Esse desvio foi para fantasiar que estava tudo bem com a saúde de Fortaleza. Que não faltava medicamento nos postos. Quem conhece a periferia sabe que a realidade não é essa”, disse.
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