Wadih: Aécio é abjeto, mas prisão de Andrea Neves não se justifica

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, criticou a manutenção da prisão preventiva de Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); segundo ele, Aécio é a figura mais abjeta da política brasileira, mas os ministros do Supremo que votaram pela prisão "jogaram para a plateia"; confira

O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, criticou a manutenção da prisão preventiva de Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); segundo ele, Aécio é a figura mais abjeta da política brasileira, mas os ministros do Supremo que votaram pela prisão "jogaram para a plateia"; confira
O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, criticou a manutenção da prisão preventiva de Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); segundo ele, Aécio é a figura mais abjeta da política brasileira, mas os ministros do Supremo que votaram pela prisão "jogaram para a plateia"; confira (Foto: Leonardo Attuch)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Minas 247 – O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro, criticou a manutenção da prisão preventiva de Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

Segundo ele, Aécio é a figura mais abjeta da política brasileira, mas os ministros do Supremo que votaram pela prisão "jogaram para a plateia".

Confira acima.

continua após o anúncio

Abaixo, reportagem da Reuters

BRASÍLIA (Reuters) - A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira manter presa Andrea Neves, a irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que está detida preventivamente desde o dia 18 de maio, após ter sido envolvida em delação de executivos da JBS.

continua após o anúncio

Por três votos a dois, os ministros entenderam haver motivos para mantê-la presa e consideraram que haveria risco, caso ela fosse libertada, de voltar a cometer crimes e interferir nas investigações.

Andrea foi denunciada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF juntamente com Aécio Neves e outras duas pessoas. Os dois foram acusados por crime de corrupção passiva - ele também por obstrução de Justiça. Aécio foi suspenso das atividades legislativas pelo ministro Edson Fachin.

continua após o anúncio

O ministro Marco Aurélio Mello, relator do habeas corpus de Andrea na 1ª Turma, votou inicialmente pela libertação dela e foi acompanhado, logo em seguida, pelo ministro Alexandre de Moraes.

Contudo, o ministro Luís Roberto Barroso abriu divergência para manter a prisão da irmã de Aécio. Ele foi acompanhado pelos ministros Rosa Weber e Luiz Fux, que deu o voto de minerva para impedir a liberdade de Andrea Neves.

continua após o anúncio

Aécio afirmou, por meio de nota, a minha irmã dele não oferece nenhum tipo de prejuízo às investigações.

"Reafirmo: ela jamais foi responsável por algum tipo de iniciativa ilícita ou que oferecesse obstrução a quaisquer procedimentos por parte da Justiça", declarou.

continua após o anúncio

O senador disse, ainda, que a defesa de Andrea está analisando medidas cabíveis para buscar sua soltura.

 

continua após o anúncio

(Por Ricardo Brito)

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247