Visando pacificar o PSDB para 2018, Alckmin vai disputar presidência do partido

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu que irá disputar a presidência do PSDB; primeiro sinal positivo veio do senador Tasso Jereissati (CE), que abriu mão de concorrer ao cargo; dúvida, agora, fica por conta do governador de Goiás, Marconi Perillo, que ainda não confirmou se desistirá da intenção de participar da eleição interna; caso consiga pacificar o PSDB, Alckmin ganha musculatura para ser o candidato oficial do partido para disputar a Presidência da República nas eleições do próximo ano

Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu que irá disputar a presidência do PSDB; primeiro sinal positivo veio do senador Tasso Jereissati (CE), que abriu mão de concorrer ao cargo; dúvida, agora, fica por conta do governador de Goiás, Marconi Perillo, que ainda não confirmou se desistirá da intenção de participar da eleição interna; caso consiga pacificar o PSDB, Alckmin ganha musculatura para ser o candidato oficial do partido para disputar a Presidência da República nas eleições do próximo ano
Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu que irá disputar a presidência do PSDB; primeiro sinal positivo veio do senador Tasso Jereissati (CE), que abriu mão de concorrer ao cargo; dúvida, agora, fica por conta do governador de Goiás, Marconi Perillo, que ainda não confirmou se desistirá da intenção de participar da eleição interna; caso consiga pacificar o PSDB, Alckmin ganha musculatura para ser o candidato oficial do partido para disputar a Presidência da República nas eleições do próximo ano (Foto: Paulo Emílio)


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São Paulo 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu que irá disputar a presidência do PSDB. O primeiro sinal positivo veio do senador Tasso Jereissati (CCE), que abriu mão de concorrer ao cargo. A única dúvida, agora, fica por conta do governador de Goiás, Marconi Perillo, que ainda não confirmou se desistirá da intenção de participar da eleição interna.

Alckmin, porém, deseja evitar ampliar o racha interno do partido e ser uma espécie de "candidato de consenso". Para tanto, ele espera ter uma conversa com Tasso e Perillo, ainda nesta segunda-feira (27), para "aparar possíveis arestas". O PSDB está rachado, uma vez que uma ala, comandada pelo senador cearense defende o desembarque imediato do partido da base do governo Michel Temer, enquanto a ala comandada por Perillo, que conta com o apoio do senador Aécio Neves (MG), defende a permanência da legenda na base governista.

Caso consiga pacificar o PSDB, Alckmin ganha musculatura para ser o candidato oficial do PSDB parra disputar a Presidência da República nas eleições do próximo ano.

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