Vilmar bota fogo na base aliada ao rejeitar candidatura de José Eliton

Caiu como uma bomba na base aliada a entrevista do secretário de Meio Ambiente, Vilmar Rocha (PSD), ao jornal O Popular; ele afirma que o ciclo de poder do grupo do governador Marconi Perillo chegou ao fim e rejeita a candidatura ao governo do vice José Eliton; para Vilmar, a base aliada precisa lançar um "nome da sociedade", o chamado "outsider", porque Eliton não conseguirá representar o sopro de renovação que ele acha que os eleitores vão exigir na próxima eleição; as declarações de Vilmar Rocha aconteceram dias após de o governador reafirmar que não há plano "B", garantindo que Eliton será mesmo o candidato da base ao governo

O vice-governador e presidente da Celg, Jos� Eliton Figuer�do J�nior, ao lado do Secretario da Casa Civil Vilmar Rocha durante assinatura de protoclo de inten��o com a empresa mineradora Yamana Gold, no valor de R$ 600 milh�es. A solenidade aconteceu no A
O vice-governador e presidente da Celg, Jos� Eliton Figuer�do J�nior, ao lado do Secretario da Casa Civil Vilmar Rocha durante assinatura de protoclo de inten��o com a empresa mineradora Yamana Gold, no valor de R$ 600 milh�es. A solenidade aconteceu no A (Foto: José Barbacena)


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Goiás 247 - Caiu como uma bomba na base aliada a entrevista do secretário de Meio Ambiente, Vilmar Rocha (PSD), ao jornal O Popular. Ele afirma que o ciclo de poder do grupo do governador Marconi Perillo chegou ao fim e rejeita a candidatura ao governo do vice José Eliton.

Para Vilmar, a base aliada precisa lançar um "nome da sociedade", o chamado "outsider", porque Eliton não conseguirá representar o sopro de renovação que ele acha que os eleitores vão exigir na próxima eleição.

As declarações de Vilmar Rocha aconteceram dias após de o governador reafirmar que não há plano "B", garantindo que Eliton será mesmo o candidato da base ao governo.

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Alguns líderes da base aliada interpretaram a entrevista de Vilmar como uma chantagem explícita do PSD para garantir vaga na chapa da base. Essa vaga seria Vilmar como candidato ao Senado. As duas vagas hoje seriam ocupadas por Marconi e pela senadora Lúcia Vânia.

Um deputado governista ouvido pelo 247 foi taxativo. "Se Vilmar está descontente e não vê futuro em nosso projeto, então é melhor sair logo. Entrega o cargo de secretário e o PSD entrega os 2 mil cargos que tem no governo. É simples", disse o parlamentar.

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