Valente ironiza: Alckmin, se prepare para vestir de novo o jaleco das estatais

Após o Datafolha apontar que 55% rejeitam a privatização da Petrobras, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) fez referência ao fato de que o atual presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) usou, na campanha de 2006, uma jaqueta com símbolos de estatais para rebater as acusações de que promoveria privatizações 

Após o Datafolha apontar que 55% rejeitam a privatização da Petrobras, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) fez referência ao fato de que o atual presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) usou, na campanha de 2006, uma jaqueta com símbolos de estatais para rebater as acusações de que promoveria privatizações 
Após o Datafolha apontar que 55% rejeitam a privatização da Petrobras, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) fez referência ao fato de que o atual presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) usou, na campanha de 2006, uma jaqueta com símbolos de estatais para rebater as acusações de que promoveria privatizações  (Foto: Leonardo Lucena)


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SP 247 - Depois de lembrar que 55% da sociedade rejeita a privatização da Petrobras, conforme pesquisa Datafolha, o deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) ironizou o pré-candidato à presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB), que, na campanha eleitoral para o segundo turno da eleição de 2006, usou uma jaqueta bege com os símbolos das estatais Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás e Correios, para rebater as acusações do PT de que promoveria privatizações caso assume o Planalto.

"Apesar do massacre midiático comandado p/ Globo e cia apoiando a privatização d Petrobrás, pesquisa DataFolha diz que 55% dos entrevistados são radicalmente contra a sua privatização e 74% descartam a venda p/estrangeiros. Alckmin se prepare p/vestir de novo o jaleco das estatais", disse Valente em sua conta no Twitter.

De acordo com o levantamento, 30% da população diz não ver problemas em privatizar a estatal, mas apenas 17% dizem aceitar que ela acabe controlada por empresas estrangeiras.

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Outros 13% dos entrevistados não quiseram ou não souberam responder e 8% não comentaram sobre um eventual controle estrangeiro. Os que se dizem indiferentes sobre estes pontos somam 2% e 1%, respectivamente.

A pesquisa ouviu 1,5 mil pessoas nesta terça-feira (29) em todas as regiões do país. A margem de erro foi estimada em três pontos percentuais para mais ou para menos.

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