Um ano depois, Operação Ápia tem 500 indiciados e R$ 431 mi bloqueados
A maior investigação já feita pela Polícia Federal no Tocantins tem, um ano depois, 90 investigados, cerca de 500 indiciados, 2 mil documentos apreendidos e analisados e 41 pessoas permanecem com seus bens bloqueados; Operação Ápia centrou o seu foco em contratos de empréstimos do governo do Tocantins, entre 2012 e 2014, e descobriu que o esquema ocorreu através de pagamentos indevidos em obras de pavimentação; investigações devem continuar em uma nova fase que envolve autoridades com foro no STF
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Tocantins 247 – Um ano depois, quatro fases, 90 investigados e em torno de 500 indiciamentos. A maior e histórica investigação já feita pela Polícia Federal no Tocantins, a Operação Ápia, parece que não terminou e novas investigações deverão ser feitas.
O novo caminho a ser seguido está no Supremo Tribunal Federal com o ministro Alexandre de Moraes. É que um acordo de delação premiada entre o Ministério Público Federal e do dono da construtora Rio Tocantins atinge políticos com foro privilegiado.
Enquanto o sinal verde da Corte Suprema para novas ações é aguardado, o balanço da ações revelam que cerca de 2 mil documentos foram apreendidos e analisados, 41 pessoas permanecem com seus bens móveis e imóveis bloqueados no valor de R$ 431 milhões.
A Operação Ápia centrou o seu foco em contratos de empréstimos do governo do Tocantins, entre 2012 e 2014, cujo valor é supera R$ 1,2 bilhão. O esquema ocorreu através de pagamentos indevidos em 12 obras de pavimentação no interior.
Após todo o levantamento dos ilícitos cometidos nas fases anteriores, a documentação apreendida deu origem a operação Convergência. Esta nova etapa envolveu a família do governador Marcelo Miranda e do procurador-geral de justiça, Clenan Reaul, embora contra este nada tenha sido provado até o momento.
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