Uber; motoristas querem que prefeitura vete pontos do projeto

Os motoristas que fazem o transporte de passageiros por meio de aplicativos não conseguiram evitar que o projeto de lei que regulamenta este serviço em Maceió fosse aprovado, na noite dessa terça-feira (08), na Câmara Municipal, mas eles já pensam em tentar modificar o texto em uma audiência que tentam marcar com o prefeito Rui Palmeira (PSDB)

Os motoristas que fazem o transporte de passageiros por meio de aplicativos não conseguiram evitar que o projeto de lei que regulamenta este serviço em Maceió fosse aprovado, na noite dessa terça-feira (08), na Câmara Municipal, mas eles já pensam em tentar modificar o texto em uma audiência que tentam marcar com o prefeito Rui Palmeira (PSDB)
Os motoristas que fazem o transporte de passageiros por meio de aplicativos não conseguiram evitar que o projeto de lei que regulamenta este serviço em Maceió fosse aprovado, na noite dessa terça-feira (08), na Câmara Municipal, mas eles já pensam em tentar modificar o texto em uma audiência que tentam marcar com o prefeito Rui Palmeira (PSDB) (Foto: Voney Malta)


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Alagoas 247 - Os motoristas que fazem o transporte de passageiros por meio de aplicativos não conseguiram evitar que o projeto de lei que regulamenta este serviço em Maceió fosse aprovado, na noite dessa terça-feira (08), na Câmara Municipal, mas eles já pensam em tentar modificar o texto em uma audiência que tentam marcar com o prefeito Rui Palmeira (PSDB).

Passada a tensão em torno da apreciação do projeto, representantes da Associação dos Motoristas por Aplicativos do Estado de Alagoas agora tem o foco de tentar adaptar a lei aos critérios que considera ser justo à categoria. A entidade ressalta que não foi ouvida nas discussões para elaboração da matéria encaminhada pela Prefeitura. 

"O projeto foi elaborado com o suporte de pessoas ligadas às associações e sindicatos ligados aos taxistas, que não conhecem bem a realidade do nosso serviço", disse Emmanuel Lima, presidente da associação que representa os motoristas destas plataformas.

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Entre os pontos que a categoria pensa em modificar estão a taxa mensal que deve ser paga como tributo à prefeitura no valor de R$ 120. Os motoristas querem que o valor seja convertido em quilometragem, assim como ocorre em São Paulo. Lá, a taxa vale R$ 0,10 por quilômetro.

Além disso, eles rejeitam a proposta de que somente os carros com placas de Maceió possam rodar por este aplicativo. "O emplacamento não é de competência do município e, sim, do Estado", retruca Emmanuel Lima.

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O projeto de lei que foi aprovado também prevê que os condutores sejam os donos dos veículos que rodem pelo aplicativo. A associação quer que seja firmado um contrato de aluguel específico para este tipo de serviço. A entidade também não concorda com a regra de que apenas possam rodar os carros com até 5 anos de uso.

"Estamos tentando uma reunião com o prefeito Rui Palmeira para, antes de ele sancionar, no prazo máximo de 90 dias, possa fazer as adaptações", afirma o presidente.

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Há quem fale que mais de mil motoristas rodem em Maceió no transporte de passageiros por meio de aplicativos. Atualmente, as empresas Uber e YetGo operam na capital.

Com gazetaweb.com

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