Tucano reage contra PSB no guia eleitoral
Com os recentes ataques do candidato a prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB) ligando o seu nome ao escândalo das notas frias, em 2008, o deputado estadual e candidato pelo PSDB, Daniel Coelho, rebateu às acusações. Entre as bicadas, ele taxou Geraldo Júlio de ter agido de forma “covarde” e “desleal”.
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Leonardo Lucena_PE247 – Com os recentes ataques do candidato a prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), ligando o seu nome ao escândalo das notas frias, em 2008, o deputado estadual e candidato pelo PSDB, Daniel Coelho, rebateu às acusações. Hoje (28), em seu guia eleitoral, o parlamentar deu a entender que o socialista não tem coragem de tecer críticas frente a frente, agindo de forma “covarde” e “desleal”.
“Sua propaganda fez uma acusação contra mim, que você sabe que é mentira. Ao invés de fazer perguntas cara a cara no debate, um ato de covardia... Você escolheu fazer uma propaganda com informações falsas”, afirmou o deputado, no guia, em recado ao socialista.
Vale ressaltar que na metade deste mês, quando o escândalo ressurgiu na Imprensa, um integrante do PSDB que não quis ser identificado disse que se o PSB usasse o fato para atacar Daniel Coelho, o apoio dos tucanos a Geraldo Júlio estaria completamente ameaçado, caso o tucano não fosse ao segundo turno.
Se antes a disputa estava polarizada entre PT e PSB em termos de ataques, agora o PSDB está incluído no tabuleiro das alfinetadas, pois Daniel Coelho é o candidato que mais tem crescido nas pesquisas, estando atrás apenas de Geraldo Júlio, líder nas estatísticas. Em levantamento feito nos dias 24 e 25 deste mês pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau/Jornal do Commercio (IPMN/JC), o tucano aparece com 21% do eleitorado, enquanto que o socialista assegura 40% e Humberto Costa (PT), 19% dos votos.
Entenda o caso - Em 2008, 26 parlamentares da Câmara Municipal do Recife foram acusados de falsificar notas fiscais, desviando, assim, dinheiro público, causando prejuízos de R$ 1,2 milhão ao erário público. Dentre eles, estava Daniel Coelho, que na época integrava o Partido Verde (PV). O caso foi reaberto a pouca semanas pelo Ministério Público de Pernambuco MPPE). No entanto, o Tribunal de Justiça (TJPE) não acatou representação do MPPE contra o deputado.
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