Tribunal de Contas e Câmara emperram cronograma de privatizações de Doria

Os planos de privatização do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), têm sido dificultados pelo Tribunal de Contas e pela Câmara do município, inclusive com a resistência de vereadores da própria base governista; atraso nas privatizações é motivo de incômodo na gestão tucana, que tem nesses projetos uma de suas principais bandeiras políticas

O prefeito João Doria
O prefeito João Doria (Foto: Giuliana Miranda)


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SP 247 - A atuação do Tribunal de Contas do Município de São Paulo e a resistência de vereadores da própria base governista se tornaram entraves ao cronograma de privatizações do prefeito João Doria (PSDB) –e motivo de incômodo na gestão tucana, que tem nesses projetos uma de suas principais bandeiras políticas.

Os planos de privatização do Anhembi, de reforma de pontes nas marginais Tietê e Pinheiros e de concessão dos cemitérios, crematório e serviço funerário foram barrados pelo TCM nas etapas iniciais, antes mesmo da publicação de editais de licitação, pegando a prefeitura de surpresa.

Na Câmara Municipal, Doria tem teoricamente 44 dos 55 vereadores em sua base aliada. Inicialmente tolerantes com projetos de lei do tucano, encerraram a lua de mel e adotaram uma postura mais dura nas últimas semanas.

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No caso do Anhembi, derrubaram sessões por falta de quórum, recusando-se a votar a proposta de privatização.

Entre os motivos de descontentamento está a cobrança de contrapartidas –como sanção de projetos e liberação de emendas parlamentares– após Doria conseguir aprovações anteriores na Câmara.

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As informações são de reportagem de Guilherme Seto na Folha de S.Paulo.

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