TRF4 aumenta pena de João Vaccari para 24 anos de prisão
Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) decidiu aumentar a pena por corrupção passiva do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto de 10 anos para 24 anos de prisão; os desembargadores confirmaram as penas do marqueteiro João Santana e sua esposa Mônica Moura em 8 anos e 4 meses; do operador Zwi Skornicki, a pena por corrupção ativa foi mantida em 15 anos e 6 meses; em outro julgamento, o TRF-4 decidiu reduzir as penas do ex-senador Gim Argello, do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e dos executivos do grupo UTC Ricardo Pessoa e Walmir Santana
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BRASÍLIA (Reuters) - O Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) confirmou as condenações do ex-tesoureiro petista João Vaccari, do casal de publicitários João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, e do operador Zwi Skorniczi, considerados culpados anteriormente em sentença do juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba.
A ação refere-se a propinas pagas pelo grupo Keppel em contratos celebrados com a empresa Sete Brasil Participações para o fornecimento de sondas para a utilização pela Petrobras na exploração do petróleo na camada do pré-sal. Os pagamentos teriam ocorrido por meio de contas secretas no exterior e outra parte teria ido para o PT.
No julgamento das apelações, os desembargadores do TRF-4 decidiram aumentar a pena por corrupção passiva de João Vaccari Neto de 10 anos para 24 anos de prisão. De João Santana e Mônica Moura, as condenações foram mantidas em 8 anos e 4 meses. Do operador Zwi Skornicki, a pena por corrupção ativa foi mantida em 15 anos e 6 meses.
A execução da pena poderá ser iniciada pela Justiça Federal de Curitiba após o julgamento de dois recursos ainda cabíveis, os embargos de declaração e os embargos infringentes.
REDUÇÃO DE PENA
Em outro julgamento, o TRF-4 decidiu reduzir as penas do ex-senador Gim Argello, do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e dos executivos do grupo UTC Ricardo Pessoa e Walmir Santana.
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