Trabalhadores param em Greve Geral em Teresina

Trabalhadores de diversas categorias profissionais no país decidiriam cruzar os braços e protestar em Greve Geral nesta sexta-feira (30) contra o governo Temer e suas reformas; em Teresina, categorias como rodoviários, urbanitários, comerciários, bancários, hoteleiros, confirmaram a participação no ato; dois meses após a última greve geral, que ocorreu em 29 de abril e que contou com a adesão de cerca de 40 milhões de pessoas, de acordo com as centrais sindicais, a situação do governo Michel Temer está ainda mais delicada: O presidente se encontra em meio a uma crise política por conta de supostamente estar envolvido em esquema de corrupção

Trabalhadores de diversas categorias profissionais no país decidiriam cruzar os braços e protestar em Greve Geral nesta sexta-feira (30) contra o governo Temer e suas reformas; em Teresina, categorias como rodoviários, urbanitários, comerciários, bancários, hoteleiros, confirmaram a participação no ato; dois meses após a última greve geral, que ocorreu em 29 de abril e que contou com a adesão de cerca de 40 milhões de pessoas, de acordo com as centrais sindicais, a situação do governo Michel Temer está ainda mais delicada: O presidente se encontra em meio a uma crise política por conta de supostamente estar envolvido em esquema de corrupção
Trabalhadores de diversas categorias profissionais no país decidiriam cruzar os braços e protestar em Greve Geral nesta sexta-feira (30) contra o governo Temer e suas reformas; em Teresina, categorias como rodoviários, urbanitários, comerciários, bancários, hoteleiros, confirmaram a participação no ato; dois meses após a última greve geral, que ocorreu em 29 de abril e que contou com a adesão de cerca de 40 milhões de pessoas, de acordo com as centrais sindicais, a situação do governo Michel Temer está ainda mais delicada: O presidente se encontra em meio a uma crise política por conta de supostamente estar envolvido em esquema de corrupção (Foto: Leonardo Lucena)


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Piauí Hoje - Trabalhadores de diversas categorias profissionais no país decidiriam cruzar os braços e protestar em Greve Geral nesta sexta-feira (30) contra o governo Temer e suas reformas. Em Teresina, categorias como rodoviários, urbanitários, comerciários, bancários, hoteleiros, confirmaram a participação no ato.

Dois meses após a última greve geral, que ocorreu em 29 de abril e que contou com a adesão de cerca de 40 milhões de pessoas, de acordo com as centrais sindicais, a situação do governo Michel Temer está ainda mais delicada: O presidente se encontra em meio a uma crise política por conta de supostamente estar envolvido em esquema de corrupção.

Um áudio de uma conversa entre o empresário Joesley Batista, da empresa JBS, e Michel Temer, em que supostamente o presidente dá aval, inclusive, para que o empresário mantenha pagamento ao ex-deputado federal Eduardo Cunha, que hoje está preso, surgiu como uma bomba. Esta semana, o presidente foi oficialmente denunciado pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pelo crime de corrupção.

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Os movimentos populares e centrais sindicais reforçam o pedido da saída de Temer, além de se posicionarem contra as reformas trabalhistas e previdenciária. Entendem que a reforma trabalhista piora a situação do trabalhador, aumenta o desemprego, e a exploração. E que a reforma previdenciária não está condizente com o contexto da realidade brasileira.

Presidente da CUT Piauí, Paulo Bezerra, fala que as pautas já são de conhecimento da sociedade, foram discutidas no cotidiano da população em geral, principalmente após a greve geral do dia 28 de abril, que teve grande participação.

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“Fizemos a greve do dia 28 e as pautas que apresentamos à sociedade já foram discutidas no dia-a-dia e o governo apresentou proposta de ação das atividades fins das empresas, inclusive do serviço público, terceirização, e etc. Nós apresentamos o contraponto ao governo o tempo todo, apresentamos a problemática que ia ser a reforma trabalhista que a princípio suspenderia as garantias da legislação ao trabalhador, e você fazendo a reforma você suspende emprego, diretos, férias, décimo terceiro, FGTS, e etc.”, disse.

 

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