TomTom planeja seguir como empresa independente
A empresa holandesa se vê como uma provedora de tecnologias de navegação e mapeamento que desempenharão um papel importante na condução assistida e carros autônomos. Já assinou parcerias com a Bosch da Alemanha e a Baidu da China, entre outras.
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(Reuters) - A TomTom, empresa de navegação e mapeamento, pretende permanecer independente, mas pode trabalhar com outros grupos, à medida que se concentra mais em conquistar negócios de grandes montadoras, disse o presidente da empresa nesta terça-feira.
O grupo holandês reportou lucro do primeiro trimestre melhores do que o esperado, apesar de um declínio nas vendas, o que elevou suas ações.
Falando a investidores em sua reunião anual, o presidente do conselho, Peter Wakkie, disse que a empresa pretende permanecer independente, mas pode trabalhar com outros grupos à medida que se afasta do mercado consumidor.
Isso “não significa que a TomTom não esteja aberta a parcerias de qualquer tipo: não há objeção a isso de dentro da TomTom, em princípio”, disse Wakkie.
Em março, a Reuters informou que a TomTom contratou o Deutsche Bank para ajudar a procurar um comprador para parte ou a totalidade da empresa. Após inicialmente recusar comentar, a TomTom disse que não mandou um consultor para venda da empresa.
A empresa holandesa se vê como uma provedora de tecnologias de navegação e mapeamento que desempenharão um papel importante na condução assistida e carros autônomos. Já assinou parcerias com a Bosch da Alemanha e a Baidu da China, entre outras.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) chegou a 43 milhões de euros, superando a expectativa média de 34 milhões de euros.
Por Toby Sterling e Bart Meijer
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