Todas as mulheres da presidenta

Aos poucos, Dilma Rousseff vai ampliando a parcela feminina no comando do Pas, e em posies-chave do poder; depois de Gleisi Hoffmann, Ideli Salvatti,Helena Chagas e Miriam Belchior, a vez da amiga Graa Foster, primeira mulher a comandar a Petrobras; invaso feminina fenmeno continental

Todas as mulheres da presidenta
Todas as mulheres da presidenta (Foto: Divulgação)


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247 – Aos poucos, a promessa da presidente Dilma Rousseff de povoar seu governo de mulheres vai se consolidando. O governo Dilma, que começou com nove ministérios chefiados por mulheres, encerrou o primeiro ano com um quarto das Pastas em mãos femininas e começa 2012 com o anúncio de que, pela primeira vez, a maior empresa do Pais será chefiada por uma mulher. O detalhe que destaca ainda mais a gestão Dilma nesse aspecto é que Maria das Graças Foster não é a única mulher a assumir uma posição de destaque na esfera federal.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia entregado o comando de sua Casa Civil à própria Dilma, mas a presidente não apenas optou por Gleisi Hoffmann para a gerência do governo depois da queda de Antônio Palocci, como promoveu Miriam Belchior no Ministério do Planejamento e encarregou Ideli Salvatti da articulação com o Congresso Nacional. A posição da ministra Helena Chagas, da Comunicação Social, é outra estratégica entre os 38 ministérios.

As opções de Dilma mereceram elogios da ex-presidente do Chile e diretora-executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet. “Esse é um governo que tomou a decisão de colocar um número importante de mulheres ministras, um passo fundamental”, elogiou Bachelet em entrevista ao jornal Correio Braziliense no início deste ano. “Atualmente, somamos 10 ministras de estado, sem contar os cargos de segundo e terceiro escalão”, lembra a ministra da Secretaria de Políticas para Mulher, Iriny Lopes.

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Um passeio pelo continente mostra que a invasão feminina não chega a ser um fenômeno brasileiro. “O momento hoje é extraordinário. Temos três mulheres presidentes na América Latina (Laura Chinchilla na Costa Rica e Cristina Kirchner na Argentina) e duas primeiras-ministras no Caribe. Creio que é um tremendo momento para que mais mulheres possam se incorporar a essa luta”, avaliou recentemente Bachelet, que também promoveu inserção maciça das mulheres durante sua gestão no Chile. O processo, pelo jeito, é irreversível, e os homens vão ter de se acostumar em dividir espaço no poder.

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