‘Temer gasta R$ 32 bilhões para se salvar e cobra do trabalhador com novo corte de salário’
O governo de Michel Temer revisou o orçamento de 2018 e apresentou nesta segunda-feira a nova previsão para o salário mínimo do trabalhador brasileiro; de R$ 969 previstos anteriormente, agora são R$ 965, uma redução de R$ 4 no valor do mínimo para o próximo ano; para o deputado Valmir Assunção, a medida é mais um "absurdo" do governo; ele cobra explicação, já que foram liberados mais de R$ 32 bilhões em emendas parlamentares antes da votação pela admissibilidade ou não de denúncias contra o peemedebista, como corrupção e formação de quadrilha
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Bahia 247 - O governo de Michel Temer (PMDB) revisou o orçamento de 2018 e apresentou nesta segunda-feira (30) a nova previsão para o salário mínimo do trabalhador brasileiro. De R$ 969 previstos anteriormente, agora são R$ 965, uma redução de R$ 4 no valor do mínimo para o próximo ano.
Para o deputado federal baiano Valmir Assunção (PT-BA), a medida é mais um "absurdo" do governo. Ele cobra explicação, já que foram liberados mais de R$ 32 bilhões em emendas parlamentares antes da votação pela admissibilidade ou não de denúncias contra o peemedebista, como corrupção e formação de quadrilha.
"Gastou mundos e fundos para se livrar da denúncia e agora volta a cobrar a conta ao trabalhador brasileiro. Já tinha reduzido o salário em R$ 10 e agora em R$ 4, é um governo vergonhoso. Essa redução vai pesar no bolso do trabalhador. E esse governo não sabe para onde vai, aliás, sabe até demais, quer vender as riquezas e alegar crise, mas Temer sabe, muito bem, fazer farra com dinheiro público", afirma o deputado.
Ele disse que o orçamento foi reduzido para "o trabalhador pagar a conta dos rombos que Temer vem causando aos cofres públicos". Valmir diz que todos os setores produtivos do país reclamam da atual gestão. "O governo de Temer já tinha reduzido as projeções econômicas para 2018 e atingiu em cheio o salário mínimo e bolso do trabalhador e do povo pobre".
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