Táxis de Doria contra greve custariam R$ 6,5 milhões

"Como a prefeitura tem 129 mil funcionários, é improvável que haja 'úberes' para todos. Mas é muito provável que alguém vá mamar nesta teta, porque, a R$ 50 por cabeça,  transporte de 129 mil servidores dá uns R$ 6,5 milhões", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço, ao comentar a proposta do prefeito João Doria de bancar o transporte dos servidores

O prefeito João Doria 
O prefeito João Doria  (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

Questionadora como ela só, a imprensa paulista ainda não fez as contas nem procurou saber a origem do dinheiro para a anunciada contratação de táxis e Uber determinada por João Dória.

Este blog foi conferir e o site da prefeitura informa que o pagamento será feito por empresas privadas (não se diz quais)  por meio de doações (não se diz quantas, nem de que valor).

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Aprefeitura de São Paulo tornou-se um ente entregue à promiscuidade com os interesses empresariais.

Não consta que estas empresas estejam contratando Uber ou taxistas para seus próprios funcionários.

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Nem que vão pagar o mesmo para doentes irem aos hospitais e postos de saúde, ou para pais e mães levarem o filho à escola, nem para o cidadão ir às repartições.

Como a prefeitura tem 129 mil funcionários, é improvável que haja “úberes” para todos.

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Mas é muito provável que alguém vá mamar nesta teta, porque, a R$ 50 por cabeça,  transporte de 129 mil servidores dá uns R$ 6,5 milhões.

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