Tasso diz que PSDB está desembarcando do governo, independente da orientação da direção

Sem conseguir chegar a um consenso sobre a permanência ou não no governo Temer, o PSDB aponta a realização de uma convenção em agosto, para discutir seus vários problemas internos, entre eles, a eleição de uma nova direção. O presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), disse que não existe um consenso dentro do partido sobre a permanência no governo do presidente Michel Temer. “O que eu estou observando é que o partido por si mesmo está desembarcando [do governo Temer], independente do controle ou da minha vontade”.

Sem conseguir chegar a um consenso sobre a permanência ou não no governo Temer, o PSDB aponta a realização de uma convenção em agosto, para discutir seus vários problemas internos, entre eles, a eleição de uma nova direção. O presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), disse que não existe um consenso dentro do partido sobre a permanência no governo do presidente Michel Temer. “O que eu estou observando é que o partido por si mesmo está desembarcando [do governo Temer], independente do controle ou da minha vontade”.
Sem conseguir chegar a um consenso sobre a permanência ou não no governo Temer, o PSDB aponta a realização de uma convenção em agosto, para discutir seus vários problemas internos, entre eles, a eleição de uma nova direção. O presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (CE), disse que não existe um consenso dentro do partido sobre a permanência no governo do presidente Michel Temer. “O que eu estou observando é que o partido por si mesmo está desembarcando [do governo Temer], independente do controle ou da minha vontade”. (Foto: Fatima 247)


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Ceará 247 -  Após a reunião com os principais líderes do PSDB, na noite de ontem (10), em São Paulo, para discutir os rumos do partido diante da atual conjuntura política, o senador e presidente em exercício do partido, Tasso Jereissati (CE), disse que não existe um consenso sobre a permanência no governo do presidente Michel Temer. “O que eu estou observando é que o partido por si mesmo está desembarcando [do governo Temer], independente do controle ou da minha vontade”, disse Jereissati.

Questionado se este fato poderia enfraquecer a posição do PSDB em relação à reforma trabalhista, que será votada nesta terça-feira (11), Jereissati negou. “A reforma trabalhista nós vamos votar integralmente amanhã [hoje]. Está resolvida e encerrada essa questão”. Sobre a reforma da Previdência, ele não foi otimista. “No meio dessa crise, eu acho muito difícil votar uma reforma da Previdência no segundo semestre”.

O presidente interino do partido disse ainda que o PSDB está acompanhando as notícias e a votação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, da denúncia do procurador da República, Rodrigo Janot, contra o presidente Michel Temer. “Estamos acompanhando, hoje nós tivemos a notícia da CCJ, e notícias desencontradas, que parece que vai ser votado na quinta-feira, e nós vamos acompanhar de perto essa votação”, disse Jereissati.

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O senador Tasso Jereissati disse também que este é o momento do partido fazer uma “grande reflexão sobre seu futuro”. “O partido tem que se revisitar, como foi usado o termo, fazer uma reflexão sobre os seus erros, os erros que cometeu, onde não está mais conectado como nós queríamos com a população. [Queremos] fazer uma convenção, ou quem sabe, o mais cedo possível, eleger uma nova executiva, talvez em agosto ainda, e discutirmos um novo programa”. Segundo Tasso, nesta convenção não haverá apenas a eleição de uma nova executiva, mas “vai haver também uma ampla discussão sobre o futuro do partido”.

A reunião começou por volta das 19h30 dessa segunda-feira na ala residencial do palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista e terminou por volta das 23h30. Estavam presentes o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; o prefeito de São Paulo, João Doria; o senador José Serra (SP); o governador de Goiás, Marconi Perillo; o governador do Paraná, Beto Richa; o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; o senador e presidente em exercício do partido, Tasso Jereissati; o senador Aécio Neves (MG); o governador do Mato Grosso, Pedro Taques; o senador Cassio Cunha Lima (PB); senador Paulo Bauer (SC); deputado federal Ricardo Tripoli (SP); o deputado federal e secretário-geral do partido, Silvio Torres (SP); o senador José Aníbal (SP); e o secretário da Casa Civil do Estado de São Paulo, Samuel Moreira.

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Com informações da Agência Brasil
 

 

 

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