Tarifa do ônibus vai subir. E ainda vai faltar SitPASS
Em reunião realizada ontem, Procon de Goiânia e Setransp antecipam alerta de escassez de vale transporte devido ao iminente aumento no preço da passagem do transporte coletivo da capital; já virou rotina a tarifa subir após uma greve de motoristas, o que ocorreu no dia 1º; uma semana depois, já prevendo o reajuste, protesto convocado nas redes sociais fechou o centro da cidade; preço deve saltar dos R$ 2,70 para perto de R$ 3
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Goiás247_ A passagem de ônibus coletivo vai sofrer aumento nos próximos dias. Após a greve dos motoristas (no dia 1º) e o protesto dos estudantes (no dia 8) o transporte coletivo da Capital deve enfrentar novo entrave: a falta de SitPass nos pontos de venda. Tudo porque é costume dos vendedores segurarem os bilhetes antes do aumento da tarifa e só colocá-los de volta ao mercado com a nova tarifa.
Atualmente a passagem custa R$ 2,70 e com o reajuste pode atingir R$ 3,20. Prevendo o aumento e a falta de bilhetes o Setransp realizou na segunda-feira, 13, reunião com representantes do Procon para tratar da possibilidade de escassez de vale transporte nos pontos credenciados.
“Procuramos o Procon para alertar sobre essa possibilidade e a parceria com o órgão neste momento é fundamental para evitar problemas para o consumidor do transporte coletivo da capital”, explicou a gerente de SitPass do Setransp. Ela ainda alertou que os pontos credenciados que retiverem os SitPASS e que não repassarem ao usuário poderão perder a concessão.
O diretor geral do Procon Goiânia, Miguel Tiago, entende que o alerta é importante para ajudar o Setransp a auxiliar o usuário do transporte coletivo urbano a não ser prejudicado pela falta do vale transporte.
Greve e protestos
No dia 2 de maio, os motoristas de ônibus paralisaram os serviços de decretaram greve porque não concordavam com a proposta de reajuste salarial apresentada pelas empresas. A paralisação praticamente inviabilizou o transporte coletivo na Capital e milhares de usuários ficaram foram prejudicados.
Quase uma semana depois, no dia 8 de maio, uma manifestação liderada por estudantes da UFG fechou o cruzamento da Avenida Anhanguera com a Goiás para protestar contra o aumento da passagem. Os manifestantes colocaram fogo em pneus e fizeram uma barricada que deixou o trânsito impedido no local por várias horas.
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