Suspeito de tiros em escola sofria bullying e usou arma do pai

De acordo com um dos colegas do adolescente suspeito de matar dois alunos em uma escola de Goiânia, ele sofria bullying dos outros alunos da classe; "Os outros alunos o chamavam de fedorento por ele não usar desodorante. No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo", revelou o aluno; o estudante usou a arma do pai, um policial militar

De acordo com um dos colegas do adolescente suspeito de matar dois alunos em uma escola de Goiânia, ele sofria bullying dos outros alunos da classe; "Os outros alunos o chamavam de fedorento por ele não usar desodorante. No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo", revelou o aluno; o estudante usou a arma do pai, um policial militar
De acordo com um dos colegas do adolescente suspeito de matar dois alunos em uma escola de Goiânia, ele sofria bullying dos outros alunos da classe; "Os outros alunos o chamavam de fedorento por ele não usar desodorante. No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo", revelou o aluno; o estudante usou a arma do pai, um policial militar (Foto: Charles Nisz)


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Goiás 247 - O adolescente de 14 anos suspeito de matar dois estudantes sofria bullying, segundo um colega do estudante do Colégio Goyases, escola particular de ensino infantil e fundamental onde o tiroteio aconteceu, em Goiânia.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, outros quatro alunos ficaram feridos. Os estudantes relataram que o tiroteio aconteceu durante o intervalo da quinta para a sexta aula do 8º ano, por volta do meio-dia.

De acordo com o colega, os outros alunos o chamavam de fedorento por ele não usar desodorante. "No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo", revelou o aluno.

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O coronel da Polícia Militar Anésio Barbosa da Cruz informou que o estudante é filho de militares. Segundo a corporação, o adolescente atirou com uma pistola . 40, usada pela corporação. Será feita uma perícia para saber se a arma pertencia ao pai ou à mãe dele. O estudante tentou recarregar a arma e foi contido pelo professor e colegas.

O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) informou que três adolescentes estão no local, sendo duas meninas e um menino. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos adolescentes. O quarto ferido foi levado para o Hospital dos Acidentados. Até às 14h, os corpos dos dois estudantes mortos ainda não haviam sido identificados.

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O suspeito pelos tiros foi levado à sede da Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) e, em seguida, encaminhado para o IML para os exames de corpo de delito. Posteriormente, deve retornar à delegacia.

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